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Shows e muito skate estão garantidos no sábado (10) no CEU Butantã
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Butantã 1Os fãs de skate terão motivos para comemorar no sábado (10), quando rola o evento Butanclan Skate Music Fest, no CEU Butantã.

A famosa pista da Zona Oeste de São Paulo ainda vai receber as bandas 4 Canecos, Visionário Bicho Solto, Infestto e Original SOMA.

''É com muito orgulho e satisfação que convidamos a todos para o nosso evento de final de ano. Com muita musica skate e confraternização aqui na nossa pista de todas as pistas'', escreveu a organização.

Serviço:

Skate Music Fest no CEU Butantã

Quando: Sábado (10/12)
Local: CEU Butantã (Av. Eng. Heitor Antônio Eiras García, 1870 – Jardim Esmeralda)
Entrada: Gratuita
Mais informações: https://www.facebook.com/events/1715220095472372/


“Seguimos nossos corações”, admitem Marcos & Belutti antes de show em SP
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(AgNews)

(AgNews)

A dupla Marcos & Belutti traz a bem-sucedida turnê do DVD ''Tão Feliz'' para São Paulo neste sábado (3), no Tom Brasil.

''O show acústico é mais intimista, a gente consegue sentir a sensibilidade do público à flor da pele'', disse Marcos. Diferente de quando tocam para milhares de pessoas em um festival, o duo consegue se entregar mais no formato.''Até cantamos músicas mais antigas e aproveitamos que é um show maior. A gente toca o que as pessoas pedirem e o que der no coração''.

A dupla é conhecida pelo lado romântico, mas foi com um arrocha, ao lado de Wesley Safadão, que o grupo viralizou ano passado. ''A gente sempre foi na contramão do mercado. Quando lançamos 'Domingo de Manhã', o mercado estava consumindo arrocha e música para balada. Depois acabamos lançando 'Aquele 1%' e voltamos às músicas românticas. A gente costuma seguir o nosso coração e que agrade ao público, não pensamos em gravar apenas românticas ou apenas de sofrência''.

E novidades vêm por aí. ''Estamos agora em estúdio para gravar a nova música. Ainda não posso falar o nome dela (risos), mas vamos em dezembro'', completa o cantor. E como aconselhou Marcos, não dá para saber o que vem por aí. ''Nunca pense no que o Marcos & Belutti vão lançar. Só dá para saber depois que a música sair mesmo''.

Essa flexibilidade musical é vista também nos covers que o grupo faz ao vivo. De ''I Don't Wanna Miss a Thing'', de Aerosmith, a ''Always'', de Bon Jovi, os cantores mostram diversas influências. ''Todas essas músicas são referências para nós e a gente ainda não cantou tudo que gostaria. Já tinha cantado Pharrell Williams e estou ensaiando uma do Bruno Mars. Vamos inserindo as músicas para dar o espetáculo que o público merece'', terminou.

Serviço:

Marcos & Belutti no Tom Brasil

Data: Sábado (03/12)
Local: Tom Brasil (R. Bragança Paulista, 1281 – Santo Amaro)
Horário: 22h
Ingressos: R$90 a R$270
Mais informações: http://grupotombrasil.com.br/marcos-belutti

Rodolfo Vicentini
UMD


SIM começa quarta (7) e conta com palestras, atividades e shows imperdíveis
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Elza Soares participa do show de Liniker e os Caramelows (Pedro Margherito/Divulgação)

Elza Soares participa do show de Liniker e os Caramelows (Pedro Margherito/Divulgação)

A Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM) deste ano começa nesta quarta (7) e tem como uma das principais atrações a apresentação de Elza Soares com a cantora Liniker, no Auditório do Ibirapuera. A abertura fica por conta de Mahmundi, que sobe ao palco às 20h.

''O 1º show do Liniker foi na SIM do ano passado. Ele representa o mercado hoje, teve uma trajetória importante em 2016. Então acho que é uma comemoração trazer um artista que faz parte da nossa história, e a Elza é uma instituição'', afirma Fabiana Batistela, diretora do evento.

A entrada é gratuita para o público em geral, e os ingressos serão distribuídos 2 horas antes do primeiro show. O evento segue até domingo (11) com uma programação ampla de apresentações, palestras e rodadas de negócio. ''Esse ano a gente está menor de conteúdo, mas esperamos quase 100 credenciados a mais do que ano passado''.

A 4ª edição da SIM é uma reação do mercado musical. ''Mais parceiros estão nos apoiando este ano. A diferença do 1º ano do evento para agora é também no nível do profissional. Ele vem crescendo. Em 2012, as pessoas tentavam descobrir o que estava acontecendo sobre o mercado digital e politicas publicas, e hoje a gente já vê uma galera mais articulada. As perguntas são mais elaboradas, então vários coletivos se formam, associações. Enfim, é um reflexo'', completa Fabiana.

Serviço:

Evento de Lançamento da SIM SÃO PAULO 2016

Data: 7 de dezembro
Horário:
18h00 – Coquetel de boas-vindas
20h00 – Mahmundi
21h00 – Liniker e os Caramelows convidam Elza Soares.
Local: Auditório Ibirapuera. Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera.
Ingresso: gratuito / ingressos distribuídos 1h30 antes da apresentação.
Classificação Indicativa: livre para todos os públicos.
Mais informações e programação completa: http://www.simsaopaulo.com/pb/


Feel Good grava clipe com ex-baterista do Charlie Brown Jr.
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A banda santista de pop rock Feel Good ganhou reforço do baterista Bruno Graveto em sua primeira música de trabalho do grupo, intitulada ''Tudo Pode Ser''.

Graveto faz parte da última formação do Charlie Brown Jr., de 2009 a 2013. Atualmente, o baterista integra a banda Strike.

O clipe da música ''Tudo Pode Ser'', do Feel Good, foi rodado em Maresias.

Formando em 2013, o Feel Good tem como influência Guns N' Roses, Adele, Amy Winehouse, entre outros. A banda é composta por Jack Muller (vocalista), Leandro Ramajo (guitarra) e André Angelini (baixo). Graveto faz participação especial no clipe.

''O Graveto é um velho conhecido nosso e que absorveu na hora a proposta que queríamos'', destaca Leandro Ramajo.

A banda entrará em estúdio no início de 2017 para gravar seu primeiro álbum. A Feel Good tem feito shows em bares, pubs e também em eventos corporativos.

Serviço:

Feel Good no Bar Brahma

Data: 17 de dezembro
Horário: 21h30 (palco principal)
Endereço: Av. São João, 677, Centro, em São Paulo
Informações: (11) 3550.1250

Elogiado por Lady Gaga, cantor Boivi lança novo clipe “pancadão”
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O cantor Boivi lançou nesta segunda-feira (28), exclusivo no UOL Música Deezer, o clipe da música ''Vem Cá''. ''Eu queria fazer uma coisa mais simples, que eu pudesse produzir e que fosse acessível para mim'', explicou o artista ao UOL.

Com uma sonoridade mais funk e pancadão, Boivi decidiu arriscar. ''Eu gosto muito de hip hop e funk. Eu danço desde pequeninho, então sempre quis trabalhar com esse estilo''.

''Vem Cá'' é uma composição de Boivi com o primo Icaro Wallan, que compôs com ele ''Pra Que'' e  ''Deu Mole''. A produção musical é de Jullio Mix.

O começo na música foi como produtor e coreógrafo. Com a necessidade de abraçar todas as possibilidades, Boivi aprendeu produzir clipe e até a vender shows.

''Eu tinha gravado uma música pra testar minha voz, que foi o ''Não Nego Fogo''. Depois que eu lancei o clipe, recebi o elogio da Lady Gaga. E é minha terapia, apesar das dificuldades. Cada etapa é uma realização profissional'', conclui.


Day e Lara exaltam a união feminina no sertanejo: “Estamos todas juntas”
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A dupla sertaneja Day e Lara tem menos de um ano, mas já é conhecida no meio sertanejo. Compositoras de hits como “Só Não Deixa Eu Tomar Birra”, de Lucas Lucco, “Maquiagem Borrada”, de Zé Felipe, e “Made in Roça”, de Wesley Safadão, o duo agora é a nova promessa e está prestes a lançar o primeiro DVD da carreira.

Os sucessos “Até Ex Duvida”, com a participação de Maiara & Maraísa, e “Lixeiro” dão um gostinho da produção. “A gente quis participar de tudo, desde os estúdio até das filmagens. E a gente ficou bem feliz com o resultado. O DVD tem 14 músicas escritas por nós”, disse Lara ao UOL.

“A dupla tem 8 meses. Então foi muito rápido, bem nosso caminho, porque eu tinha projeto com meu irmão e a Day tinha projeto solo. Os dois estavam incertos e não tinham perspectiva”, completa.

Day trilhava o caminho da música gospel antes de ir para o sertanejo: “A transição foi muito tranquila, para ser sincera. Eu não queria continuar no gospel para ganhar dinheiro levando a palavra de Deus. Nunca imaginei ter dupla e algumas pessoas foram contras, mas grande parte me apoiou”, afirma a sertaneja.

A cantora é filha de Camargo, e sobrinha de Zezé Di Camargo & Luciano, mas não que isso tenha ajudado a chegar ao sucesso. “O sobrenome mais fechou portas do que abriu. Quando apresentava meu trabalho,  pensavam que eu já estava bem de situação, que a família dava investimento, e na verdade só tinha incentivo. O que é até melhor do que apadrinhamento financeiro. Existe um pré-conceito de que eu teria mais facilidades do que outra pessoas”, relembra.

Day e Lara chegam como um novo nome feminino no sertanejo, no ano em que as mulheres dominaram o gênero. “O sertanejo era machista. Sempre vimos Paula Fernandes, Inezita Barroso e Roberta Miranda, mas recentemente estava bem complicado. E ano passado veio Maiara & Maraísa e a Marilia Mendonça, que escancararam as portas”, analisa Lara.

“Maiara & Maraísa são as madrinhas do nosso projeto, acreditaram sempre no nosso trabalho”, conta Day. É com essa união que as mulheres pretendem expandir o mercado no sertanejo. “A gente ficou bem feliz e estamos todas juntas nessa, não nos vemos como concorrentes”, conclui Lara.

Rodolfo Vicentini
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Ana Carolina relembra hits em show e defende: “Mulheres podem e fazem tudo”
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Ana Carolina apresenta a turnê "Grandes Sucessos" em São Paulo (Divulgação)

Ana Carolina apresenta a turnê ''Grandes Sucessos'' em São Paulo (Divulgação)

Um dos maiores nomes da MPB está de volta a São Paulo para comemorar mais de 15 anos de carreira. Ana Carolina se apresenta neste sábado (26) e domingo (27) no Tom Brasil, em São Paulo, e promete um novo conceito. “A maneira como se expressa não deve estar presa a uma forma única”, opina a cantora ao UOL.

Relembrando a bem-sucedida trajetória musical, a turnê “Grandes Sucessos” traz uma cantora madura. “Eu imagino que não se evolui olhando para o passado, faço um exercício diário de não me colocar na tal zona de conforto, sempre busquei novos sabores, sotaques e sonoridades''.

Ana Carolina ainda falou sobre o mercado musical, que está abrindo portas para as mulheres em determinados gêneros e da relação com a internet, uma transição que a cantora soube dominar.

Leia abaixo a entrevista.

Na nova turnê, você relembra grandes sucessos da sua carreira. Como é olhar para trás e pensar no seu crescimento como compositora e cantora?

O show leva o nome de ''Grandes Sucessos'', pois traz um apanhando de canções que durante esses quase 17 anos de carreira fizeram a ponte com o público. A cada nova canção ou álbum fui evoluindo, fui lapidando a maneira de me expressar através das letras e melodias, descobri parceiros, desvendei caminhos e me entreguei ao desconhecido toda vez que parei para produzir um novo trabalho.  Eu imagino que não se evolui olhando para o passado, faço um exercício diário de não me colocar na tal zona de conforto, sempre busquei novos sabores, sotaques e sonoridades. Não costumo ouvir o que já fiz para que o que está por vir chegue sem interferências. Evoluo a cada dia, a cada novo desafio.

Em dezembro, eu lanço o meu primeiro livro, ''Ruído Branco'', e é novamente um pulo no desconhecido. Nele apresento algumas das minhas pinturas e fiz questão de musicar alguns dos poemas, ele é um exemplo desse exercício de fazer, de uma ''agonia'' em buscar o que ainda não sei. Gosto desse ''esconde-esconde'' sem saber como a brincadeira resultará.  Esse show é uma celebração coletiva,  cantamos juntos e o público tem muita participação, gosto quando dizem que tal música marcou tal momento da vida, percebo que a compositora, a cantora, a instrumentista, a pintora, a editora e diretora dos vídeos e a autora são, na verdade, a mesma menina tentando se expressar mas sem deixar de lado a timidez e a curiosidade de desbravar sem saber onde se vai chegar. Faço tudo como se fosse a primeira ou a última vez, simplesmente faço.

As mulheres estão cada vez mais garantindo espaço no mercado musical. Se antes elas ficavam restritas a alguns gêneros, agora elas dominam até o sertanejo e o funk. Como você vê esse crescimento feminino na música?

Pra mim não é novidade, desde Chiquinha Gonzaga as mulheres estão vencendo barreiras, [o Brasil] é um país de cantoras e não há que se medir resultados por estilos, as mulheres podem e fazem tudo e sempre será assim. A música contem em si uma alma feminina, nossas mães cantam para ninar, não haverá música sem a mulher, nunca.

Você é muito ligada com a internet e os serviços de streaming. Como você enfrentou a transição entre a venda de CDs e o costume de ouvir música pela internet?

Como já disse Lulu Santos, “tudo muda o tempo todo no mundo”, mas o que fica disso é a música, não importa como a consumam ou através de que plataforma, a que tiver disponível para chegar ao público, estarei embarcando. Minha função é fazer e quando componho não penso em meios, penso em mensagens.

Como funciona essa parte mais “moderna” nos shows, com programações, percussões eletrônicas e samplers? Você acredita que a MPB precisa de renovação?

Quando a gente diz ''moderna'', o tempo já passou e a ''modernidade'' já se foi, a maneira como se expressa não deve estar presa a uma forma única, podemos fazer música com sons de macacos, com caixas de fósforos, com o bater de panelas, com oboés e harpas, não se deve colocar em embalagens, rotular… Eu faço o que me vem na alma e não vejo diferença em criar um arranjo de cordas com o Guinga, ou colocar a voz da ''Siri'', do smartphone.  O importante é que o resultado esteja de acordo com o que imagino ser arte. A MPB é eterna e está em constante mutação, não é e nunca será algo que passou, a MPB é talvez o maior elo com o futuro da nossa identidade musical. Ela tudo contém e tudo está contido.

Serviço:

Ana Carolina – ''Grandes Sucessos''

Quando: Sábado (26) e Domingo (27)
Local: Tom Brasil (R. Bragança Paulista, 1281 – Santo Amaro, São Paulo – SP)
Horário: 22h (dia 26) e 20h (dia 27)
Ingressos: R$ 100 a R$ 240

Rodolfo Vicentini
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Ludmilla, Mumuzinho e Pixote se apresentam em São Paulo nesta sexta
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A cantora Ludmilla é o destaque do evento no Carioca Club (JR Duran/Divulgação)

A cantora Ludmilla é o destaque do evento no Carioca Club (JR Duran/Divulgação)

O destaque do Carioca Club desta sexta-feira (25) é a cantora de funk melody Ludmilla, que apresenta o recente álbum ''A Danada Sou Eu'', que conta com os hits ''Sou Eu'', ''Bom'' e ''Cheguei'', além dos sucessos ''Hoje'' e ''Te Ensinei Certin''.

Além da carioca, o pogode romântico está garantido com Mumuzinho e o grupo de pagode Pixote, que também estão confirmados no evento.

Serviço:

Ludmilla + Mumuzinho + Pixote no Carioca Club

Data: Sexta-feira (25/11)

Horário: a partir das 23h
Ingressos: R$35,00 (Mulher) R$40,00(Homem)
Endereço:Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros
Informações: 3813-8598
 


Unblacker: Metal com berimbau para expressar a revolta
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Unblacker 10

(Divulgação)

A trilha sonora de um ambiente caótico. Esta é a essência do Unblacker, que apresenta seu novo single e videoclipe, ''Violence Within''. Expressando sua revolta através de um Metal tribal, encorpado e pesado, o grupo formado por Armando 'Herman' (vocal), Nicolas Aqsenen (guitarra), Deyvis Santana (baixo), Caio Gaona (bateria) e Nando 'Carranca' (percussão), faz uso de percussão indígena e latina para intensificar seus grooves.

Nesta faixa em especial, o berimbau foi registrado por Anderson 'Dendê', aproximando o som com a temática da letra. ''Quisemos tratar de dois temas complicados e presentes na vida do paulistano: a agressividade acumulada em cada cidadão gerada pelo caos do nosso dia a dia e o preconceito ignorante direcionado a imigrantes do Norte/Nordeste. Como sabemos, essas pessoas têm grande responsabilidade pela formação e desenvolvimento da nossa cidade e, costumeiramente, são responsabilizadas de forma ignorante pelos problemas que vivemos por aqui'', explicou o guitarrista Nicolas Aqsenen.

A banda passa energia e desejo de mudanças, desde rotineiras e individuais até sociais e de grande escala. Em 2016, se apresentou na primeira edição do festival público 'Rock na Casa', onde dividiram o palco com nomes importantes do underground como o Project46. ''Violence Within'', que também aparece na compilação 'Gang da 13', foi gravada, mixada e masterizada no Bay Area Studios por Diego Henrique Rocha, e teve o clipe produzido pela CMV Films.


Rashid e Pretas Sonoras se apresentam no Encontro Paulista de Hip Hop
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Rashid é um dos confirmados do 10º Encontro Paulista de Hip Hop (Divulgação/Eric Ruiz Garcia)

Rashid é um dos confirmados do 10º Encontro Paulista de Hip Hop (Divulgação/Eric Ruiz Garcia)

Completando 10 anos de evento, o Encontro Paulista de Hip Hop acontece neste sábado (26), no Memorial da América Latina, e vai contar com as apresentações especiais de Rashid e Pretas Sonoras, além de bate-papos, esporte, atrações infantis e muito mais.

''A gente conseguiu novas parcerias, trouxemos a questão do esporte para dentro do hip e evoluimos a cultura do low rider. E ainda mantivemos a essência, que são os bate-papos'', celebra Márcio Santos, Assessor Especial de Projetos Para Hip Hop da Secretaria da Cultura.

O tema da edição deste ano é ''Cultura de Paz e Prosperidade'', que remete à declaração de paz do hip hop. ''Em 2001, os pioneiros do gênero apresentaram às Nações Unidas e mostraram os conceitos de que definem o hip hop, lembrando o que é a cultura'', completa Márcio.

As principal atrações do 10º Encontro Paulista de Hip Hop são o rapper Rashid e as Pretas Sonoras, valorizando a participação das mulheres na cultura. ''Esse evento é importante, porque o hip hop sempre foi marginalizado pelas pessoas de fora, que não sabem o que a cultura realmente faz, que é exercer a função de resgate, inclusão e educação'', afirma o cantor.

O evento acontece neste sábado (26), no Memorial da América Latina, em São Paulo

O evento acontece neste sábado (26), no Memorial da América Latina, em São Paulo

Os principais influencias pelo estilo são os jovens. ''A cultura hip hop é eternamente jovem, é da juventude para a juventude. Ela transforma a vida das pessoas, possibilita novas formas de pensar, trabalha a autoestima, mostra de que maneira as pessoas podem evoluir  e como podem se tansformar'', analise Márcio. ''A cultura nasceu de jovens desacreditados e que devolvem isso para a juventude também. Que eles podem ser norteadores de um futuro melhor'', completa.

Para Rashid, os jovens acabam se identificando com a cultura. ''O hip hop é importante, poque tem a coisa da proximidade e identificação. A gente veio parar aqui, porque viu Mano Brown no palco, OsGemeos desenhando ou KL Jay tocando. Voce vê o cara que é do seu bairro ou é igual a você, que saiu das mesmas condições, e acredita que é possível fazer uma parada diferente''.

O rapper de 28 anos é uma das referências da nova geração do hip hop brasileiro, e com o último álbum, ''A Coragem de Luz'', ampliou sua musicalidade e introduziu samba, MPB e jazz. ''Essas coisas sempre influenciaram muito a gente. Eu não conseguia demonstrar tanto isso, e sempre falei que ouvia Cartola, Miles Davis, Tim Maia… de gospel a Moacir Santos. E acho que no disco pusemos isso na cabeça de mostrar para as pessoas toda a influencia. Tem pitada de jazz, samba e rock, só que tudo dentro do nosso rap, tem o peso e a cara do rap. E a gente quis trazer isso numa soma natural'', diz Rashid.

Serviço:

10º Encontro Paulista de Hip Hop – Cultura de Paz e Prosperidade

Data: 26 de novembro (sábado)
Abertura: meio-dia
Shows: Rashid e Pretas Sonoras – a partir das 19h00
Local: Memorial da América Latina – Praça Cívica
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – ao lado da estação de Metrô Barra Funda
Ingressos: Gratuito
Mais informações: https://www.facebook.com/encontropaulistadehiphop/