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In-Edit Radio Show faz balanço final da edição 2016 do In-Edit Brasil
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Xingu Cariri Caruaru Carioca

Este In-Edit Radio Show faz um balanço final da 8ª In-Edit Brasil Festival Internacional do Documentário Musical, que aconteceu em São Paulo, entre os dias 07 e 18 de setembro.

Além disso, Marcelo Aliche, um dos apresentadores e diretor artístico do festival, fala sobre o filme ganhador desta edição, ''Xingu Cariri Caruaru Carioca''. Dirigido por Beth Formaggini, que acompanhou o músico Carlos Malta a quatro pontos do Brasil para encontrar músicos importantes na tradição do pífano, como João do Pife e Dona Isabel Marques da Silva, a ''Zabé da Loca'', o filme será exibido em outubro no In-Edit Barcelona, com a presença da diretora.

Este ano, a Menção Honrosa do Júri foi para os documentários: ''Danado de Bom'', de Deby Brennand, sobre João Silva, compositor e parceiro de Luiz Gonzaga; e ''Waiting for B.'', de Paulo César Toledo e Abigail Spindel, sobre os fãs da cantora Beyoncé que acamparam em frente ao estúdio do Morumbi durante dois meses para ver o show.

''Waiting for B.'' levou também o prêmio como melhor documentário pelo voto popular. O Júri desta edição foi formada pela jornalista e documentarista Flávia Guerra, o cantor e compositor Péricles Cavalcanti, e o jornalista e documentarista Ricardo Calil.

Abaixo, a justificativa do júri.

Melhor Documentário:

. '''Xingu Cariri Caruaru Carioca', por sua forma criativa de percorrer a história dos povos e da música brasileira, por meio do olhar apaixonado do músico Carlos Malta''.

Menções Honrosas:

. '''Waiting for B.', por retratar muito mais que a espera dos fãs por seu ídolo. Junto com esta espera, o filme faz um retrato do jovem brasileiro e sua questões socioculturais.''

. '''Danado de Bom', por contar um capítulo importante da música brasileira e nos fazer (re)descobrir um de seus personagens importantes, João Silva. Tudo isso por meio narrativa documental clássica aliada a soluções criativas de roteiro e montagem, sem abrir da emoção que o personagem e sua música nos provocam.''

Playlist:

1. Pagode Russo – Luiz Gonzaga

2. White Room – Cream

3. Gilberto Gil – Pipoca Moderna

4. Formation – Beyoncé

5. Sotaque de Pindaré – Jaguaribe Carne


Pitu compôs, arranjou, tocou e produziu tudo no álbum de estreia; ouça
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Pitu

Vários em uma mesma pessoa. O músico Pitu pintou e bordou no álbum de estreia, ''O Tempo das Coisas'', uma boa surpresa de pop rock com diferentes referências de soul, funk e disco.

As 10 canções autorais foram gravadas, produzidas e arranjadas por Pitu. ''“Após um período dentro da minha zona de conforto que era ser intérprete, decidi investir energia e criatividade no meu trabalho autoral. É uma espécie de desafio, um recomeço”..

“Para alguém que está lançando seu primeiro disco autoral são inevitáveis as comparações, as citações nominais das influências e a tentativa de encaixar a música dentro de algum rótulo. Dia desses, ensaiando para os shows de lançamento, Guilherme Granato (o guitarrista que irá me acompanhar) me ajudou a chegar a uma conclusão sobre, pelo menos, algumas faixas: ‘é uma espécie de The Police com Clube da Esquina’. Dá pra imaginar?”, questiona Pitu.

A ideia de início era reunir todas as músicas e colocá-las na internet. Após arrumar todas as faixas, percebeu que havia um tema comum que as definia. “Percebi que havia em muitas delas um traço comum: o tempo. Seja pela minha relação com a memória e o passado, seja pela fome de vida ou daquilo que ainda virá”.

 


Banda Estrambelhados renova a tradicional marchinha de carnaval; ouça
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Estrambelhados

A Banda Estrambelhados acaba de lançar o álbum ''Além dos 4 Cantos'' (Divulgação/Fabio Gomes)

A Banda Estrambelhados acaba de lançar o 3º álbum de estúdio, ''Além dos 4 cantos'', que conta com a participação de grandes nomes da música popular brasileira como Chico César, João Gaspar e Camilo Frade.

A intenção do grupo é de renovar um dos estilos mais tradicionais do Brasil, introduzindo diferentes instrumentos e sonoridades. A guitarra distorcida é a que atrai mais a atenção, dando um toque de personalidade na cultura de rua.

A Banda Estrambelhados é uma das referências do carnaval da cidade de São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, mas o grupo já tocou na Virada Cultural, nos diversos SESCs espalhados pela cidade, além de apresentações constantes em casas e teatros.

''Além dos 4 cantos'' conta com produção de MAU, baixista da banda de Karina Buhr. O grupo de carnaval é formada por Leandro Barbosa (voz e violão), Rodolfo Santana (voz e violão), Rafael Cursino ( violão), Paulo Ricardo (bateria),  Nhô Frade (percussão), Flávio Júnior (trombone), Lucas Augusto (trompete), Renato Frade (contrabaixo), Léo Couto (saxofone e arranjos), Netto Campo (teclado, sintetizador e voz) e, atualmente, também com o produtor MAU, como músico convidado.

Confira a entrevista exclusiva da Banda Estrambelhados ao UOL Música Deezer:

O álbum “Além dos 4 Cantos” procura introduzir outros ritmos nas marchinhas de carnaval, como a guitarra distorcida. Vocês acreditam que o carnaval precisa de renovação?

Desde que fundamos nossa banda, há mais de dez anos, percebemos a necessidade de renovação do estilo ''marchinha de carnaval''. A referência que vem a mente das pessoas  quando falamos neste estilo musical é sempre de um carnaval antigo, de salão, com músicas como ''Ó Abre Alas'', de Chiquinha Gonzaga – que é de fins do século XIX por exemplo.  A referência sempre foi destas marchinhas antigas, contudo o gênero vem naturalmente sofrendo diversas influências. Com uma musicalidade hoje que preserva o compasso 2/4 ou 4/4 mas com uma diversidade muito maior de ritmos e estilos temos conseguido atingir diversos públicos – ''estrambelhando'' a marcha sem destrambelhar sua identidade, sua história e suas raízes. O movimento de modernização da marchinha que acontece em São Luiz do Paraitinga, com as devidas proporções, é o mesmo que de cidades como Recife e Salvador passaram e continuam passando.

Como vocês fizeram durante os ensaios com tantos integrantes? Foi muito difícil arrumar os arranjos para sair tudo redondinho?

O número de integrantes sempre foi um desafio para a gente. Mas mantemos nossa formação original desde a criação da banda. Somos de uma pequena cidade do interior de São Paulo com uma tradição muito grande de festas populares, tudo acontece na rua e com a coletividade em primeiro lugar. Desde quando montamos a Banda Estrambelhados, de um certo modo, tentamos reproduzir esta energia da comunidade durante o show e as músicas. Com bastante ensaio e arranjos que contemplem os onze instrumentos utilizados, chegamos ao terceiro disco após três meses de gravações.

 Vocês sentem que a música acabou ficando muito careta e que o carnaval é um dos poucos estilos que respeitam a descontração?

Acreditamos que  existe muita música boa por aí, o que é muito difícil é espaço para apresentá-la. O Carnaval, por ser uma festa que tem em seu cerne uma espécie de permissão de exceção do cotidiano, das regras sociais, permite conjuntamente uma música com mais experimentos e que sempre preze pela alegria, tanto rítmica como em suas letras.

Vocês conseguiram diversas participações mais do que especiais para o trabalho. Como que rolou essa junção?

A gente ficou extremamente lisonjeado com as participações de nomes que tanto admiramos como o Chico César, Suzana Salles, Camilo Frade. Contudo a cidade de São Luiz sempre recebeu o apoio de muita gente do meio artístico. Ficamos felizes em poder dar continuidade a esta história e nos empenhamos o máximo para fazer isso da melhor forma possível. Aprendemos muito com eles durante as gravações e somos muito gratos por isso. Nenhum deles cobrou cachê de participação e isso nos deixa ainda mais honrados.

 Qual a importância do carnaval para o Brasil?

Acreditamos muito ser a principal festa que representa esta identidade brasileira do ser humano festeiro e alegre, que o mundo tanto se refere. Pensando no ramo da música, vários estilos musicais sempre tiveram e ainda tem forte ligação como o carnaval: seja o samba, marcha, funk, axé, frevo e por aí vai. O povo brasileiro gosta muito do carnaval e o mundo todo nos observa e se inspira durante esta festividade.


Sensação do stoner rock, power trio islandês toca pela 1º vez no Brasil
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Vintage

A banda Vintage Caravan faz longa turnê na América do Sul (Divulgação)

A banda The Vintage Caravan, da Islândia, traz ao Brasil o empolgante stoner rock com nuances progressivas, psicodélicas, do hard rock e do blues. O power trio formado por Óskar Logi (vocal e guitarra), Alexander Örn (baixo) e Stefán Ari (bateria) aterrissa na América do Sul para diversos shows, oito já confirmados.

A turnê começa na quinta-feira (29) deste mês em Porto Alegre (Riff.e), passa por Goiânia (República) no dia 30 e segue para Belo Horizonte (Stonehenge Rock Bar) em 2 de outubro, antes do show na Argentina (Buenos Aires, no Uniclub), agendado para o dia 5. De volta ao Brasil, o The Vintage Caravan toca em Curitiba (John Bull Pub) no dia 6, em São Paulo (SESC Belenzinho) no dia 8, Rio de Janeiro (La Esquina) dia 9 e encerra a primeira passagem pela América do Sul em Florianópolis (Célula Showcase), no dia 11. Mais datas serão anunciadas em breve.

Apesar da aura saudosista principalmente dos dois primeiros álbuns, ''Vintage Caravan'' (2011) e ''Voyage'' (2012), a música do grupo é rebuscada por produção moderna, muito clara no maduro ''Arrival'' (2015), O terceiro e mais recente disco, assim como o antecessor, tem a chancela da Nuclear Blast.

Além de riffs e harmonias inspiradas no rock setentista, a banda mostra personalidade em composições ricas em mudanças de ritmos, ora apoiadas no peso, ora no groove.

Os músicos do The Vintage Caravan eram ainda moleques de 11 e 12 anos quando começaram a tocar em 2oo6 na província de Álftanes, com menos de 3 mil habitantes, distante apenas 10 quilômetros da capital islandesa, Reiquiavique. De lá saíram de promessa do rock da Islândia para os principais festivais europeus, como Wacken Open Air, Summerbreeze, Desert Fest, entre outros.

Serviço:

Porto Alegre (Rio Grande do Sul)

Data: 29 de setembro

Local: Riff.e Bar

Endereço: Rua João Alfred, 477

Goiânia (Goiás)

Data: 30 de setembro

Local: República Rock Sport Bar

Endereço: Avenida Sol Nascente, Jardim Nova Esperança

Brasília (Distrito Federal)

Data: 1º de outubro

Horário: a partir das 18 horas

Local: Praça da Dulcina (CONIC)

Endereço: Na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, Setor de Divisões Sul, 70392902

Ingresso: R$ 10 antecipado e R$ 20 na hora

Belo Horizon (Minas Gerais)

Data: 2 de outubro

Local: Stonehenge Rock Bar

Endereço: Rua Tupis, 1448, Barro Preto

Córdoba (Argentina)

Data: 4 de outubro

Horário: a partir das 21 horas

Local: Refugio Guernica

Horário: a partir das 20 horas

Endereço: Tillard 155, 5000

São Paulo (São Paulo)

Data: 8 de outubro

Local: SESC Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho

Rio de Janeiro(Rio de Janeiro)

Data: 9 de outubro

Local: La Esquina

Endereço: Avenida Mem de Sá, 61, Lapa

Florianópolis (Santa Catarina)

Data: 11 de outubro

Local: Célula Showcase

Endereço: Rua João Paulo, 75


Daniel Medina aterriza em São Paulo com seu single “Nós ao vivo”
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Medina

Daniel Medina lança single “Nós Ao Vivo” (Divulgação/Clara Capelo)

Por Daniel Perroni Ratto*

Existem pessoas universais, conectadas com o etéreo, sintonizadas com as ondas de energias primordiais. A música, penso, é ponto de intersecção dessas entidades. Vivendo as adversidades do nosso tempo, transpassando pela urbanidade e as raízes áridas de uma seca bucólica, experimentando outras concepções artísticas, como novos mutantes, desabrocham as cores das notas musicais, percebem o tato das melodias, as dores do mundo, criam sonoridades ímpares.

Com uma voz solar e dissonante, performance insinuante, a palavra forte como um retirante nordestino, o talento pulula pelos arranjos de Daniel Medina. Cabra cearense que conheci em São Paulo.

Aqui, na terra da garoa, o movimento é frenético. Os encontros acontecem como se fossem num acelerador de partículas. A cena é dinâmica. E colaborativa. Quem chega, é recebido por quem já tem uma correria. As parcerias funcionam como simbioses. Entre copos de cerveja e noites frias de Sampa, faz-se poesia, nascem músicas. E amizades.

Numa dessas noites, estive no lendário Apê 80, lugar essencial da cena independente. Cobertura de um edifício no bairro da Bela Vista. Muitos amigos celebrando os encontros. E lá estava Medina e “Nós ao vivo”. Todos vivos. O sintetizador de Yuri Kalil chega para nos situar no grau de tensão. Daniel flutua com seu violão em cadências estelares. A psicodelia está garantida nas guitarras de Bruno Rafael. A cozinha soa harmoniosa no contrabaixo de Milton Ferreira e nas baterias de Yuri e Pepeu. Para abrir a mente, um coro finaliza a viagem e como um tapa bem dado no pé do ouvido, nos traz à realidade.

Cada qual com seu mote, enfrentando os perigos. Sem paredes, divagando nos voos dos pássaros, percebemos o alvorecer. E nesses estranhamentos da vida, vimos que a lua teimava em resistir, paralela ao sol. Quem nasce, quem morre? Quem aparece, quem se esconde? Onde está a razão? E apesar da nossa pequenez perante o todo, ainda descobri que o single foi produzido lá no Ceará, pelo Yuri Kalil, no Totem Estúdio.

Daniel Medina é sangue novo na cena brasileira, é talento puro. Aqui chegou. Chegou aqui. Já que chegou, está aqui. Veio pra ficar.

*Daniel Perroni Ratto é poeta, jornalista e músico. Autor de livros como: ''Urbanas Poesias'' (Fiúza ed, 2000), ''Marte Mora em São Paulo'' (A Girafa, 2012), ''Marmotas, Amores e Dois Drinks Flamejantes'' (Patuá, 2014) e ''VoZmecê'' (Patuá, 2016). Participou das bandas Loco Sapiens, Criolo Branco e Luz de Caroline.


King Of Bones faz som maduro e busca novos fãs em Don’t Mess With The King
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King of Bones 1

A banda King of Bones acaba de lançar o álbum ''Don't Mess With The King'' (Divulgação/Renan Facciolo)

Mais que lançar o segundo álbum, o King Of Bones consolida sua identidade musical em ''Don't Mess With The King''. Júlio Federici (vocal), Rene Matela (guitarra), Rafael Vitor (baixo), Renato Nassif (bateria), que estrearam há três anos com ''We Are The Law'', passaram de promessa a realidade. Mas eles tinham que seguir provando isso e agora objetivam não só manter a base de fãs, como ampliá-la em 'Don't Mess With The King'''.

''A expectativa não poderia ser maior nessa fase. Consolidamos nosso estilo musical com uma identidade forte nesse segundo álbum e isso cativou quem já no conhecia e, principalmente, um público novo'', analisou o guitarrista Rene.

O material contou com produção a cargo de Henrique Baboom e a arte de capa ficou por conta de Gustavo Sazes, figuras de renome no cenário nacional e internacional. ''Baboom soube entender bem o nosso trabalho e tirar o nosso melhor. Após alguns anos juntos, principalmente depois de muita estrada proporcionada pelo 'We Are The Law', passamos a nos conhecer melhor musicalmente e pessoalmente'', revelou o vocalista Júlio Federici.

''Antes de começar as composições de 'Don't Mess With The King', sabíamos exatamente a sonoridade que queríamos atingir. O King Of Bones hoje já tem sua identidade e podemos dizer que estamos sólidos para enfrentar o que vem pela frente'', acrescentou.

A primeira amostra do novo álbum, que está disponível nas plataformas digitais e em CD físico, veio com o videoclipe da faixa ''Hold Me Closer''.

O grupo agora se prepara para realizar apresentações na Argentina, o que gera uma grande expectativa. ''É uma responsabilidade grande, sabendo que é um país que tem tradição no Rock/Metal, tendo medalhões como Rata Blanca e Watchmen. Preparamos um excelente repertório e show para que o público da Argentina possa nos receber de maneira calorosa assim como iremos fazer com eles'', adianta Matela.

A versão física de ''Don't Mess With The King'' está à venda na loja Die Hard (Galeria do Rock).


Banda carioca The Highjack atualiza o rock dos anos 70
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Highjack

Banda The Highjack faz som pesado que lembra o melhor do rock dos anos 70 (divulgação/Leandro Tumenas)

Prestes a lançar o álbum de estreia, ''Express'', que chega em outubro deste ano, a banda carioca The Highjack acaba de soltar o single ''Seventies''. A faixa representa a proposta da banda, reintroduzindo no contexto contemporâneo o rock setentista de bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath.

Ouça o single ''Seventies'':

Apesar das referências clássicas, os integrantes estão na casa dos 20 anos. Gabriel Galled Moura (vocal e guitarra), Matheus Cecatto (guitarra), Lucas Rohloff (baixo) e Raphael Paci (baterista) começaram o The Highjack em 2014. Nas palavras da própria banda, a ideia é buscar ''sonoridade, atitude, peso e sofisticação nada comuns no Brasil''.

Mesmo com pouco tempo de formação, The Highjack já realizou diversos shows no circuito Rio de Janeiro e São Paulo e mais apresentações virão com o lançamento do álbum.

Veja o clipe de ''Seventies'':


De Elza Soares a Louis Armstrong, descubra as preferidas de Mallu Magalhães
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Mallu_Magalh_es_converted

Ouça as 10 músicas preferidas de Mallu Magalhães (Divulgação)

MPB, jazz, soul, rock, pop e samba. Na playlist montada pela cantora Mallu Magalhães, exlusiva para o UOL Música Deezer, vários estilos musicais estão muito bem representados.

Recentemente, Mallu lançou a música ''Casa Pronta'', um sambinha gostoso muito mais delicado que a faixa ''Dura na Queda'', de Elza Soares, que abre a playlist.

Na sequência, o soul setentista de Dr. John e a roqueira ''Hey Nana'', da Banda do Mar, mudam o ritmo da seleção.

O grupo pop Hot Chocolate, com a dançante ''Heaven Is In The Back Seat of My Cadillac'', vem antes do maestro Moacir Santos, com a 7ª faixa do clássico álbum ''Coisas'', lançado em 1965.

Mais canções de Elza Soares e Hot Chocolate estão na sequência, antes da diva do jazz Billie Holiday entrar em cena com ''All The Way''.

Para fechar o top 10, nada melhor que o trompetista e cantor Louis Armstrong, com o clássico It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got That Swin).

Mandou bem, Mallu!


Jazz, blues e gospel ditam o ritmo no In-Edit Radio Show
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Cool Cats

Cena do filme ''Cool Cats'' (reproduçao)

Neste In-Edit Radio Show, trazemos filmes que abordam o Jazz, Blues e Gospel, que estão na programação do 8º In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical.

O primeiro destaque é ''Mavis!'', que retrata a história da Mavis Staples, uma das principais vozes da música americana. Oriunda da música gospel, junto com seus familiares, ela gravou diversos sucessos do selo Stax. Ainda na ativa, Mavis relembra momentos históricos de sua carreira.

O filme ''I Am the Blues'' é uma viagem pelo rio Mississipi para mostrar como está hoje o berço do blues, onde músicos aposentados e outros anônimos continuam a se encontrar todas as noites para registrar seus lamentos.

Em ''Cool Cats'', acompanhamos a vida dos jazzmen Ben Webster e Dexter Gordon durante o período em que eles viveram na Dinamarca, entre os anos 1960 e 1970. Com uma rica coleção de imagens da época (algumas feitas pelo próprio Webster), o filme registra a vida de ambos no exílio e nos permite entender um pouco mais sobre um movimento migratório, em que grandes nomes do jazz americano procuraram abrigo no continente europeu.

Já em ''The Jones Family Will Make a Way'', conhecemos a família do bispo batista Fred Jones. Talentosos, frequentam o circuito gospel do Texas com um grande sucesso, graças a uma vibrante mescla de soul, r&b e blues. No entanto, um encontro com um crítico de rock ateu e durão pode levá-los ao estrelato fora do ambiente religioso.

Playlist:
1 – Respect Yourself – Staples Singers
2 – Down on Me – The Jones Family
3 – I’m a Good Woman – Barbara Lynn

O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical – vai até o dia 18 de setembro. Maiores informações no site www.in-edit-brasil.com


Kleiton & Kledir apresentam hits da década de 80 e novos projetos em SP
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Kleiton

Kleiton & Kledir estão de volta a São Paulo para dois shows nesta sexta-feira (16) e sábado (17), no Teatro J. Safra, em São Paulo. Além dos inúmeros hits da década de 1980, como ''Deu Pra Ti'', Vira Virou'', ''Nem Pensar'' e ''Maria Fumaça'', os irmãos também apresentam faixas do último álbum, ''Com Todas As Letras'', e do trabalho para o público infantil, ''Par Ou Ímpar''.

''A ideia de dar o nome de acústico é para passar a ideia de um projeto mais intimista'', afirma Kleiton ao UOL. ''Somos nós dois no violão e ainda teremos violino e teclado. Temos vários formatos de show, mas o que eu acho mais significativo é a questão do repertório, porque é muito bem aceito por todos. A gente consegue reunir sucessos antigos e ainda incluimos novidades'', termina.

Em ''Com Todas As Letras'', o duo fez algo inédito na música. A partir de uma parceria há 2 décadas com o escritor Caio Fernando Abreu, a dupla convidou grandes mestres da literatura brasileira a se aventurar no meio musical, escrevendo as letras para um álbum. ''Não incluimos a música com o Caio em outros álbuns por ser uma jóia. E então conseguimos realizar essa ideia com outros escritores, cada um no próprio esquema, ouvíamos o gosto musical deles e fomos trabalho em cima'', diz Kleiton.

Além de ser um desafio para a banda, que teve que passar por tantos estilos musicais, não deixou de ser algo fácil para Luis Fernando Verissimo, Martha Medeiros, Fabrício Carpinejar, Leticia Wierzchowski, Daniel Galera, entre outros. De quebra, a parceria com Caio Fernando Abreu, que abre o disco, teve canja da cantora Adriana Calcanhoto.

Em ''Par ou Ímpar'', Kleiton & Kledir fizeram a estreia no mundo infantil. ''A maioria trata o mundo infantil como algo mais fácil, mas eu acho justamente o contrário. Você acaba tendo a responsabilidade de fazer música para quem está se formando. Tentamos entender o que seria importante cantar para crianças tão ligadas à tecnologia'', analisa o cantor.

''No meio das nossas reflexões, a gente concluiu que alguns elementos são eternos, tipo o mágico, o par ou impar e até o pega pega. Eu também insisti muito para que tivéssemos crianças cantando com nós, e ficou muito lindo no final das contas'', afirma.

Segundo Kleiton, atualmente, a música está mais democrática com tantas possibilidades de produzir novo material. Mesmo com a fama de ser uma dupla ''cult'', o cantor admite gostar do popular. ''Eu tenho bom senso, sei o limite. Por exemplo, não vou escrever uma letra totalmente surreal com solos enlouquecidos. O popular tem o compromisso de ser levado às pessoas. É igual o Felini, que era uma pessoa muito culta, que conseguiu fazer um cinema para todos. Ele poderia ter feito um cinema mais sofisticado, mas tinha essa noção, essa dose. Ele criou tudo isso porque sabia até onde podia enlouquecer'', conclui.

Serviço:

Kleiton & Kledir em São Paulo

Data: 16 (sexta-feira) e 17 (sábado) de setembro
Horário: 21h30
Duração: 1h20min
Classificação: Livre
Preço: R$ 50,00 a R$ 120,00
Endereço: Teatro J. Safra (rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Telefone: (11) 3611-3042
Abertura da Casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro.
Acesso para deficientes físicos
Capacidade da casa: 627 lugares
Estacionamento: Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) – R$ 25,00
Estacionamento conveniado com a MultiPark (Rua Josef Kryss, 120) – R$ 20,00
Horário de Funcionamento da bilheteria
Quartas e quintas – 14 às 21h
Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos
Vendas on-line: www.teatrojsafra.com.br ou http://www.compreingressos.com/teatros/497-Teatro-J+-Safra
Aceita todos os cartões de crédito. Não aceita cheques.