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Rodrigo Nassif Quarteto faz 3 shows em São Paulo nesta semana
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Rodrigo Nassif Quarteto (Divulgação/Luiza Castro)

Rodrigo Nassif Quarteto (Divulgação/Luiza Castro)

Rodrigo Nassif e o seu trio está de volta a São Paulo para três shows especiais nesta semana. O primeiro show acontece nesta quarta-feira (24), no palco do bar JazzB, em duas apresentações: 21h às 22h e 22h30 até 23h30.

No dia seguinte, 25, o quarteto vai a São José do Rio Preto, onde será headliners ao lado da lenda do blues e soul norte-americano Wee Willie Walker.

E, para fechar, na sexta-feira (26), a banda continua no interior do estado e passa por Ribeirão Preto.

Além do violonista, Rodrigo Nassif Quarteto ainda tem Leandro Schirmer na bateria e teclados, Samuel Cibilis no baixo e Carlos Ezael no violão.

O grupo mistura rock, candombe e milonga com toques de jazz e hip hop. No repertório, “Todos Os Dias Serão Outono'' e o inédito “Ainda Estou Aqui'' estão confirmados. Recentemente, o quarteto deu uma entrevista ao UOL Música Deezer e falou sobre o último EP.

Rodrigo Nassif Quarteto em SP

Quarta-feira (24):

Local: JazzB (Rua Gen. Jardim, 43 – Vila Buarque, São Paulo)
Horário: primeira entrada: 21h às 22h | Segunda entrada: 22h30 à 23h30
Preço: R$25 (Happy Hour: chegando entre 17h e 20h pague somente R$20)

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Quinta-feira (25)

Local: Sesc São José do Rio Preto (Av. Francisco das Chagas Oliveira, 121-281 – Pinheiros, São José do Rio Preto)
Horário: 21h
Preço: R$15 / R$50

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Sexta-feira (26)

Local: Sesc Ribeirão Preto (R. João Ramalho, 2-36 – Campos Elísios, Ribeirão Preto)
Horário: 19h30
Preço: R$9/R$30


Com funk, soul e samba, Periferia A Massa é o resumo da cultura brasileira
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Periferia A Massa 2

O projeto Periferia A Massa retrata de maneira diferente a realidade e o cotidiano das comunidades no Brasil. Apoiando-se no samba, funk e soul, a filosofia do projeto é resumida pela palavra africana “Ubuntu'', que significa a força vinda da união das pessoas.

Em fevereiro deste ano, a banda lançou o EP de estreia, intitulado “A Cara da Periferia''. O grupo já se apresentou em diversos locais como o Espaço Som, Centro Cultral da Juventude e a Casa de Cultura da Freguesia do Ó.

Periferia A Massa também foi finalista do WebFestValda, o maior festival de bandas do pais, e se classificou em 2º lugar entre 20 grupos que se apresentaram na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, entre mais de 1400 bandas inscritas.

Todo mês, a Periferia A Massa toca gratuitamente na edição do “Show na Quebrada'', levando cultura e informação nas comunidades, além de incluir e integrar novos nomes ao projeto.


Juan Alba, Célia e Jane Duboc estrelam tributo a Vinicius de Moraes
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Juan Alba

Juan Alba se emociona ao falar sobre o musical “É Melhor Ser Alegre Que Ser Triste'', tributo ao mestre Vinicius de Moraes, que fica em cartaz em São Paulo de sexta-feira (19) a domingo (21) , no Teatro J. Safra. “A gente começa com o dia da morte dele e passa por parcerias com Tom Jobim, Baden Powell, Adoniran Barbosa e tantos outros'', diz o ator da novela “Velho Chico'', da Globo, ao UOL.

Acompanhado pelas cantoras Célia e Jane Duboc, Juan vê a homenagem como uma forma para mostrar às novas gerações o legado do poeta. “A gente precisa mostrar para os jovens essa história. E espetáculos como estes trazem isso à tona. É super importante que as pessoas começam a pesquisar mais, que se torne algo interessante'', opina.

O diretor Fernando Pinheiro, responsável por “Palavra de Mulher'', musical que revive a discografia de Chico Buarque, planejou um espetáculo não muito longo, que passa por músicas e poemas do Poetinha. “Tem momentos muito emocionantes. As letras sempre traduzem um sentimento, não é repetitiva, quasa nunca tem refrão. Os músicos da peça são fantásticos [a direção musical é de Ogair Jr.], então para mim está sendo um momento mágico''.

“A gente não teve muito tempo de ensaio, até porque as cantoras não precisam disso. Eu que preciso de ensaio muito para chegar pertinho delas'', conta o bem-humorado ator. Deixando as brincadeiras de lado, Juan admite que desde pequeno gostava de cantar. “O primeiro lado artístico que aflorou foi o canto. Mas durante muito tempo gostava de música norte-americana, coisa da minha geração. E agora estou tendo a oportunidade de resgatar clássicos do Viniciús. É uma honra'', completa.

Espetáculo “É Melhor Ser Alegre Que Ser Triste''

Quando: 19, 20 e 21 de agosto – sexta-feira às 21h30, sábado às 21h, domingo às 20h
Onde:Teatro J. Safra – Rua Josef Kryss, 318. Barra Funda.
Ingressos:Plateia Premium – R$ 80,00 (inteira). Plateia VIP – R$ 60,00 (inteira). Mezanino – R$ 40,00 (inteira). Mezanino (vista parcial) – R$ 20,00 (inteira).
Capacidade: 633 lugares
Duração: 85 minutos


LAVOLTA estreia com álbum complexo e porrada sonora; ouça
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LAVOLTA (esq. para dir): Enzo Pellegrino (bateria), Lorenzo Capelli (vocal), Marco Angelotti (baixo) e João Pedro Cesar (guitarra)

O LAVOLTA decidiu arriscar já no trabalho de estreia. O álbum é dividido em três partes: Escape, Calvário e Remate. “A gente queria fazer uma coisa que fosse diferente, não um juntado de música. Tem uma história'', conta o baterista Enzo Pellegrino. “E para formar a ideia teve muito brainstorm antes. Tivemos reuniões que não saíram nada'', completa João Pedro, o guitarrista.

A ideia não deixa de ser complexa. “É um processo de amadurecimento do ser, que passa por 3 fases distintas e a gente quis interpretar essas fases de forma diferente, tanto lírico quanto sonoramente. A primeira fase é rebelde, uma segunda é melancólica, percebe que as ações anteriores têm consequências, e a terceira é a sublimação'', define Enzo.

Com o nome de “Sublimar'', a obra se apoia no sentido do enaltecimento, de passar por dificuldades. Quem chegou ao tema foi o vocalista Lorenzo Capelli, que se baseou, na última parte, nas 5 fases do luto, de Elisabeth Kubler-Ross. As letras são complexas e exploram rimas, aliterações e assonâncias interessantes, que funcionam bem para apresentar o conceito do disco.

Produzido pelo próprio quarteto (o baixista original Paulo Henrique foi substituído por Marco Angelotti recentemente), a banda vai do rock ao pop na medida certa. “As nossas influências são muito variadas. Isso é o mais legal da banda, temos pontos em comum, mas a banda favorita de cada um não é a do outro. O Lorenzo, por exemplo, curte muita música nacional, mas não só rock, ele é fascinado por MPB e Los Hermanos'', diz Enzo.

Outra coisa que eles quiseram se aprofundar foi de não colocar figuras de fácil entendimento. “Não é nada mastigado, sabe?'', afirma João, antes de pegar o encarte do trabalho. “Isso aqui é como se fosse um guia para você ouvir o álbum. A gente até poupou bastante para não jogar tudo na cara'', termina.

Mesmo com um belo trabalho gravado em mãos, o grupo ainda enfrenta dificuldades no meio musical, principalmente com a infraestrutura. “Tem todos os tipos de barreira. Quando a coisa não é comercial, tem a dificuldade de fazer a pessoa parar e prestar atenção. Tem essa parte de chegar nas pessoas, mas também de tocar em locais bons'', apresenta Enzo. “O rock é visto de uma forma diferente também. Agora que ele está voltando, mas falta espaço, local para tocar'', acrescenta João.

LAVOLTA apresenta o álbum “Sublimar'' no sábado (27), no Cult Club Espaço Cultural, na Barra Funda, em São Paulo. A banda Cefa fecha o evento.

Cult Club Espaço Cultural

Quando: sábado (27 de agosto)
Local: Cult Club (Rua Barra Funda, 630)
Horário: 20h
Preço: $20 nome na lista / $25 na portaria
Evento Oficial: https://www.facebook.com/events/1117301515001618/


Marina Melo apresenta “Soft Apocalipse” nesta terça (16) no Sesc Pompeia
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A cantora Marina Melo participa do projeto “Prata da Casa”, que busca dar visibilidade a novos artistas da música brasileira (Foto/Lola Ramos)

A cantora e compositora paulistana Marina Melo faz show nesta terça-feira (16), no Sesc Pompeia, no projeto “Prata da Casa'', que, além de ser gratuito, ainda conta com a poeta Mel Duarte para uma participação especial.

Marina vai apresentar o álbum de estreia “Soft Apocalipse''. Os ingressos começam a ser distribuídos com uma hora de antecedência na bilheteria da unidade.

A cantora será acompanhada por Gabriel Serapicos (guitarra e teclado), Pedro Serapicos (baixo) e Matheus Souza (bateria). O palco vai ficar completa com Mel, que abriu a última edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) com um sarau dedicado às mulheres negras.

Transitando entre diferentes estilos, que vão do rock ao baião, Marina escreve de forma inteligente e bem-humorada, criticando questões contemporâneas, mas explorando suas angústias pessoais também.

Serviço:

Marina Melo – “Prata da Casa'' – Sesc Pompeia

Quando: Terça-feira (16)
Local: Sesc Pompeia, na Comedoria (R. Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo)
Horário: às 21h
Informações: A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados: 150. A retirada do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da Comedoria às 20h30
Preço: Grátis – retirada de ingresso com uma hora de antecedência na bilheteria da unidade
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.


Músicos do Azerbaijão dão toque oriental a clássico do Pink Floyd; veja
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O grupo Ans Bizimkiler reúne grandes músicos do Azerbaijão para tocar clássicos do pop, rock, jazz e blues. Um dos vídeos que bombou na internet foi da interpretação espetacular do clássico “Another Brick in the Wall'', do Pink Floyd.

E, claro, não deixe de ouvir este e outros tantos clássicos da banda inglesa no UOL Música Deezer.


Tom Zé e Arrigo Barnabé estão no álbum de estreia do Os Amanticidas; ouça
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Amanticidas

A banda paulistana Os Amanticidas acaba de tirar do forno seu álbum homônimo de estreia. Formada em 2012, o grupo conta com os integrantes Alex Huszar (baixo e voz), Joera Rodrigues (bateria), João Sampaio (guitarra, cavaquinho, bandolim) e Luca Frazão (violão de sete cordas).

Misturando diferentes estilos, mas claramente influenciados pelo lado mais vanguardista da MPB dos anos 70 e 80,o quarteto recebeu dois convidos especiais no trabalho: Tom Zé e Arrigo Barnabé. O nome do conjunto também remete à mesma tendência, veio de “Amanticida'', música que Itamar Assumpção gravou em 1983 no disco “Às próprias custas S.A''.

Com um trabalho fundamentalmente autoral, a banda também gosta de musicar poemas de poetas como Carlos Drummond de Andrade e Paulo Leminski.

O show de lançamento do álbum acontece nesta sexta-feira (12) em São Paulo, na Serralheria, ponto de encontro de fãs dos lados mais vanguardistas da MPB e do rock atualmente na cidade.

Leia a entrevista exclusiva que Os Amanticidas deram ao UOL Música Deezer:

Do que fala o álbum de estreia de vocês? Ele tem algum conceito musical ou temático?

O álbum não tem um tema único em termos de narrativa, não conta uma só história. As letras são independentes entre si, mas tem em comum um tom um pouco mais triste, ainda que sem perder o humor. O principal, e que na verdade nós mesmo só fomos reparar depois da gravação, é que tem uma certa tensão que aparece em várias letras entre o espaço privado, a introspecção, a angústia, e o espaço público, a rua, a feira. O projeto gráfico do disco tem tudo a ver com essa característica, inclusive.

Como foi o processo de composição, gravação e produção do disco?

O processo de composição na verdade tem duas etapas. As canções em estado bruto cada um compôs em momentos diferentes dos últimos anos; algumas foram até feitas antes de a banda existir.

A segunda etapa, que no nosso processo é a mais importante, é a do arranjo. Os arranjos foram todos feitos coletivamente, em muitas horas de ensaio, pra chegar no resultado que está no disco. As canções saem completamente diferentes do que chegaram quando quem compôs mostrou pros outros pela primeira vez. Pra nós não dá pra dissociar o arranjo da composição como se fossem duas coisas totalmente separadas, até porque é nele que a gente coloca com mais atenção os elementos que escolhemos a partir das nossas influências. Ou seja, o que tem no nosso trabalho de Itamar e Tom Zé, pra ficar nas duas maiores referências, está muito mais nos arranjos no que em outros aspectos das canções.

A parte de gravação e produção foi muito tranquila, por dois motivos: a gente se preparou bastante antes, e quando chegou pra gravar teve ali o Paulo Lepetit e o Leonardo Nakabayashi, duas pessoas e profissionais incríveis, pra fazer tudo fluir ainda mais naturalmente.

Como surgiu a oportunidade de gravar com os mestres Tom Zé e Arrigo Barnabé? Como vocês relacionam o trabalho deles com a proposta de vocês, se consideram herdeiros da concepção vanguardista dos dois?

Surgiu a partir do Paulo Lepetit, produtor do disco, que é do Isca de Polícia, que acompanhou o Itamar Assumpção por uma boa parte da carreira.  Ele ouviu as músicas e logo pensou e fez acontecer duas participações que acabaram caindo perfeitamente dentro das músicas, de um jeito que a gente não podia nem imaginar. E ainda mais de dois ídolos nossos, caras que estão ali no topo da nossa lista de referências.

A gente não se considera herdeiro de nada. Claro que estamos nos apropriando de certa forma de um legado incrível que foi deixado por essa geração da Vanguarda Paulista, mas não temos a pretensão de continuar o que eles começaram ou nada do tipo, até porque a maior parte deles ainda está aí na estrada, lançando trabalhos ótimos. O Tom Zé então nem se fala, todo ano lança coisa nova, e nova no sentido forte, ele se recusa a se repetir. Isso sim é uma grande inspiração pra nós, mas justamente por isso não achamos que faz sentido isso de ser herdeiro. Você só é herdeiro de algo que morreu, acabou, e não é o caso com esses caras.

Vocês veem um caminho de modernização para a MPB? Ainda faz sentido existir uma diferenciação entre a música brasileira e o rock?

Talvez não um só caminho, talvez nem necessariamente de “modernização”, mas o fato é que tem muita gente boa por aí fazendo trabalhos originais, criativos, competentes. E não só no conteúdo, mas também, o que é muito importante hoje, nos meios de distribuir e divulgar esse trabalho.

E sobre essa diferenciação, achamos que se ela algum dia existiu, gente como Os Mutantes já trouxe abaixo há muito tempo.

Como será a produção dos shows? Qual é o repertório, só as músicas do álbum ou algo mais?

Vamos ter shows em CEUs e casas de show em São Paulo, em festivais no interior e um no Rio de Janeiro. O lançamento aqui na capital é essa sexta-feira (12) na Serralheria, um lugar sensacional onde já tocamos e vimos muitos shows.

O repertório tem todas as faixas do disco, claro, mas também podem entrar algumas versões que fizemos pra canções de alguns desses nossos ídolos, como Tom Zé, Itamar e Jards Macalé.

O trabalho é muito autoral, mas também vocês apresentam versões musicadas de poemas. Qual a importância de mestres como Drummond e Leminski nas letras que vocês fazem?

São importantes, referências também. O Leminski inclusive fez letras e teve muitos poemas musicados pelo próprio Itamar, assim como a Alice Ruiz, mulher dele. Eram parceiros, tem tudo a ver.

Vocês são fãs de grandes nomes da música brasileira. Como é versar entre diferentes estilos?

A gente não pensa tanto as influências em termos de estilos, exatamente. Não é bem “aqui vamos tocar um samba, aqui um baião, aqui um rock”. Tentamos, na medida do possível, ouvir de tudo com atenção pra perceber elementos, por menores que sejam, que podem ser interessantes. Aí buscamos o melhor jeito de encaixar esses elementos, principalmente no processo de arranjo. Várias vezes fomos em algum show juntos e no dia seguinte, ensaiando, tentamos imitar ou reproduzir alguma coisa bem pontual que ouvimos pra colocar num trabalho nosso, meio num processo de colagem.

Então no disco você tem, por exemplo, uma cancão do Talismã, sambista da Camisa Verde e Branco, e no nosso arranjo sobrou pouca coisa que soe remotamente como um samba tradicional.

Show de lançamento do álbum “Os Amanticidas''
Quando:
Sexta-feira, 12/08, 22h30
Onde: Serralheria – Rua Guaicurus, 857, Lapa
Quanto: R$20

Rodolfo Vicentini


Entre quatro paredes, João Suplicy faz sessão musical no Facebook
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João Suplicy e Zeca Baleiro no projeto Violão Ao Vivo do Quarto

Entre quatro paredes, João Suplicy e Zeca Baleiro fizeram estripulias de todo os tipos na cama. E com ajuda de dois violões. Essa é a ideia do projeto Violão Ao Vivo do Quarto, criado por João. “Eu estava tocando violão no meu quarto quando pensei que seria legal mostrar isso para alguém. E poderia entrar ao vivo no Facebook para quem estiver ali”.


O teste foi no começo do ano e desde então já foram 36 programas, sempre de segunda-feira, às 20h30, na página oficial do Facebook. “Esse é o programa mais caseiro do mundo”, brinca João enquanto faz o ensaio de quase 1 hora com Zeca. Um de frente para o outro, sem tênis, sentados na cama, João e seu convidado do programa treinam diversas faixas, principalmente “Heavy Metal do Senhor”, que teima em não sair conforme o apresentador gostaria.

A parede roxa ao fundo contrasta com o restante branco do quarto. Além da cama, uma simples prateleira do lado esquerdo e o tripé segurando o Iphone 6 adornam o cômodo.

“Como é um bate-papo, não me comprometo muito como entrevistador, mas procuro deixar o convidado bem à vontade do que ele gostaria de fazer. Acabo me adaptando sempre”. Músico versátil, João toca desde MPB e samba a rock e punk, como na banda Brothers of Brazil, na qual ficou 8 anos ao lado do irmão Supla. “Mas o momento agora é focar na carreira solo”.

Após alguns programas sozinho no quarto, João pensou em chamar colegas de profissão para uma sessão musical informal. “Eu também procuro saber o que o convidado tem feito. É uma conversa mesmo”, afirma o cantor.

Entre os ilustres, Jair Oliveira, Nasi, Tiê e Criolo já passaram pelo projeto, que acabou indo parar nos palcos com o mesmo esquema. Eduardo Suplicy também é figura carimbada e vire e mexe passa no quarto do filho para dar um alô ao público.

Os recentes singles do cantor também são apenas voz e violão, como a canção “Tudo Ou Nada'' que saiu no UMD, e João quer organizar tudo isso em um álbum mais para frente. Atualmente, o músico está em uma temporada, todas as quartas-feira, no Terraço Itália.

Rodolfo Vicentini
UMD


Marta aproveita folga da seleção e canta Simone & Simaria; veja
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Marta

A craque da seleção brasileira de futebol também faz bonito na música. Marta aproveitou o tempo livre entre um jogo e outro para cantar o hit “Duvido Você Não Tomar Uma'', de Simone & Simaria.

Além de soltar a voz, a número 10 do Brasil e eleita melhor jogadora do mundo 5 vezes também mostrou talento no violão.


Mc Rodolfinho embarca para Los Angeles para gravar clipe com Kondzilla
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Rodolfinho 1

O diretor Kondzilla e o funkeiro Mc Rodolfinho preparam clipe novo (divulgação)

No último domingo (07), Mc Rodolfinho embarcou para Los Angeles para a gravação do clipe do novo single, que será lançado no maior canal direcionado para o funk, o do Kondzilla.

O projeto conta com uma mega produção, que inclui os bairros de Bervely Hills, Praia de Santa Monica e Hollywood.

Carros exóticos, locações e  equipamentos de última geração fazem a produção ultrapassar os R$ 100 mil.

A música, que será lançada em setembro, também traz uma batida diferenciada e uma história singular

“Viemos na mesma pegada do hit 'Os Muleke é Liso''', diz o funkeiro. A música mais conhecida de Mc Rodolfinho já ultrapassa os 80 milhões de acesso no canal oficial do cantor no YouTube.