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Cantor sueco Adam Evald vem ao Brasil munido de violino, piano e violoncelo
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Adam Evald

O cantor Adam Evald se apresenta em São Paulo no dia 4 de junho (Divulgação)

O cantor sueco Adam Evald se apresenta no dia 4 de junho, na Serrilharia, em São Paulo. Versando sobre temas como o amor, a solidão e aflição, o músico vem acompanhado de uma pequena formação de câmera (violino, violoncelo e piano).

Clique para ouvir o álbum “Love Knuckles Peace Dove'', de Adam Evald

Adam está em turnê pela Europa com o álbum “Love Knuckles Peace Dove'', gravado ao vivo na suécia e lançado no final do ano passado. Veja a seguir a conversa dele com o UOL e o convite do próprio cantor para o show em São Paulo.

UMD: É bastante incomum encontrar músicos com uma formação de câmara atualmente. Como e por que você decidiu tocar neste formato?

Adam Evald: Cerca de 4 anos atrás, a formação típica de rock’n’roll com guitarra, baixo e bateria acabou se tornando meio chata para mim. Não é que parei de gostar. Eu amo diversas bandas com essa formação. Eu só não queria criar meu novo projeto sob esse conceito. Ao invés disso, decidi por um grupo de instrumentos que, para mim, parecem ser mais honestos. Nada pode competir com a natureza dos sons de cordas (violino e violoncelo) e piano. Eles estão por aqui por séculos e os seus sons são eternos. Som cru!

UMD: Ficamos sabendo que você adora fazer turnês. O que você mais curte de tocar ao vivo?

A.E: Eu amo quando alguma coisa inesperada acontece, algo estranho, algo que não tão claramente seja bom ou ruim, algum que cuidadosamente fica entre o entretenimento belo e a esquisitice, algo que é difícil de apontar, que você precisa estar ‘aqui e agora’ para sentir e entender.
Normalmente, algo assim acontece entre as músicas, enquanto a audiência dá suspiros de alívio depois de uma peça obscura. Nesse momento, o público está mais vulnerável. É neste momento que eu me comunico com ele. E algumas vezes o resultado é totalmente inesperado. A reação de uma única pessoa pode mudar o ânimo de todos ao seu redor.

UMD: Você já esteve em mais de 100 cidades em apenas 3 anos! Quando você encontra tempo para escrever novas músicas?

A.E: No início foi insanamente difícil, porque eu tenho a necessidade de me trancar num quarto, sozinho com o piano, para ser mais criativo. Mas atualmente eu aprendi a criar algo numa sala lotada. Só preciso me enganar de que não tem ninguém ouvindo. O que estou tentando dizer é que meu próximo álbum vai ser provavelmente escrito durante passagens de som, cafés que eu tenha entrado durante a tour e durante apresentações. As vezes tento tocar uma música inacabada durante meus shows, torcendo para que ela magicamente combine com a noite.

UMD: O que fez você retornar ao Brasil em tão pouco tempo?

A.E: Eu esqueci a minha carteira num restaurante na Paulista! Eu amo MUITO o Brasil. É o país mais diverso em que já estive. Amo como tudo é caótico e emocional ao mesmo tempo, uma loucura maravilhosa caindo sobre todos, todos os dias. Adicionalmente, eu provavelmente deveria dizer que também fui convidado para fazer mais shows. Mas eu teria voltado somente como turista, também. Chega de elogios, não quero mimá-los.

UMD: Você toca no Serralheria no dia 4 de Junho. Por quê as pessoas deveriam ir vê-lo? Quais são as suas expectativas?

A.E: Não é todo dia que um músico de câmara Sueco visita São Paulo com seus instrumentistas (violino e violoncelo). As pessoas deveriam vir experimentar a nossa miscelânea de desespero e esperança. Como as mães dizem: você precisa experimentar antes de desgostar de alguma coisa. Sobre as minhas expectativas, espero receber a mesma recepção calorosa que os brasileiros me deram da última vez. Não, um pouco mais calorosa desta vez, talvez!

Bruna Manfré
Colaboração para o UOL


Priscila Amorim mostra um pouco do novo álbum em single “Pra Começar”; ouça
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Priscila Amorim
A cantora e intérprete Priscila Amorim lança nesta segunda-feira (23), exclusivo para o UOL Música Deezer, o primeiro single independente da carreira. Com canções inéditas de grandes nomes do samba como Arlindo Cruz, Jorge Aragão e Serginho Meriti, a paulista também traz uma linguagem moderna e arranjos bem elaborados para regravações dos mestres Cartola e Noca da Portela, que estarão no novo album da cantora.

Clique para ouvir o single “Pra Começar'', de Priscila Amorim

Ao lado do músico e produtor Marrom Nassor, Priscila foi ao Rio de Janeiro e acabou encontrando o produtor Bira Haway. “Bira quis gravar comigo sem nem mesmo ter me ouvido cantar, muito doido isso. Pra se ter uma ideia, a canção “Pra começar'' estava guardada no acervo do Bira há 8 anos, acho que estava esperando por mim (risos). Fiquei muito feliz com o repertório e o resultado do álbum'', disse a cantora ao UOL.

A admiradora do samba afirma que não sente pressão em interpretar grandes clássicos do gênero ou mesmo as inéditas compostas por artistas que se destacaram no meio musical. “Temos compositores maravilhosos que são anônimos, ou não, principalmente aqui em SP'', explicou. “Música boa tem que ser gravada, sempre!'', completou Priscila.

E olha que o samba nem sempre esteve presente na vida da artista. “Minha influência em casa, na infância, sempre foi MPB e Rock and Roll, Black Music. Não tocava samba por lá, meu pai um dia me disse que eu era 'Fruto do Meio'. Achei um barato, e se pensar bem, fui mesmo'', relembrou.

Após começar a frequentar o Clube Etílico Musical, onde sempre rolava uma roda de samba de qualidade, a oportunidade surgiu. “Me convidaram pra um evento no Centro Cultural Vergueiro, em 2005, pra interpretar só sambas antigos, coisa fina mesmo. Fui tomando gosto e logo depois comecei a me apresentar no Boteco Seu Zé, uma casa grande de samba em São Paulo, onde fiquei 6 anos e nunca mais parei de cantar. Mas não me considero uma sambista, sou uma cantora que ama cantar samba, ama mesmo e sempre cantará, com enorme prazer e gratidão'', revelou.

Mesmo começando a cantar profissionalmente aos 29 anos, a experiência é um dos aliados de Priscila Amorim. “Acho que agora, depois de 15 anos de trabalhos em bares e espaços de cultura de SP, me sinto mais madura pra conduzir uma carreira, sabe? Fui procurar uma preparadora vocal, tento ao máximo cuidar da voz, mas também não sou nenhuma bitolada, faço sempre o melhor, o que me faz bem. Até mesmo porque, o 'Pra Começar' foi um presente que caiu no meu colo, tudo nele estava me esperando, eu sinto isso. Vou agora curtir o trabalho e fazê-lo com 'Todo amor que houver nessa vida' como dizia o poeta'', contou a intérprete.

Tantos anos na música e tantos perrengues. “O trabalho musical é muito prazeroso, mas para tentar se manter, tem que ter uma série de 'requisitos' que a maioria não consegue ter. A digitalização e as rede sociais, por exemplo, são de extrema importância pra você mostrar seu trabalho para as pessoas, para o mundo. Tem que ter funpage, tem que ter site, tem que ter vídeos, e mesmo com tudo isso, as vezes não tem êxito'', explicou.

“Pra ter tudo isso tem um custo, e a grana da música é imediata para pagar as contas, aluguel, mercado… É complicado, e a cultura no Brasil e seus ministérios não favorecem em nada , não é mesmo? Mas vejo também muita gente boa, fazendo trabalhos bacanas, ralando, fazendo música de qualidade, defendendo o seu pão de cada dia de forma honesta e sempre acreditando, com amor à música. É assim, e sempre será… difícil, porém, uma delícia só!'', concluiu.


Monoclub lança single e se aventura em turnê folk pelos EUA
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Monoclub
A banda Monoclub iniciou turnê que renderá 11 shows nos Estados Unidos e participação no Northwest Folklife Festival, em Seattle. O grupo sorocabano lançou recentemente o single Romperia, que integrará o próximo álbum do quinteto, que deve ser lançado em julho.

A odisseia a bordo de uma van pelos Estados Unidos passará por Seattle, Portland, Tacoma e Tonasket. As apresentações vão de 19 de maio a 29 de maio.

Ouça no UOL Música o novo single da banda Monoclub: “Romperia''

Além da viola caipira e banjo, marcas do folk norte-americano, o Monoclub enxerta sons sertanejos de raízes brasileiras. O folk caipira da banda tem sanfona, que se une a baixo, bateria e guitarra.

“Por mais que a gente seja uma banda de folk, a gente carrega um pouco daquilo que ouvimos desde criança, como Almir Sater, Renato Teixeira e Tonico & Tinoco. Acabou sendo meio que natural incluirmos o sertanejo em um som típico de country americano”, declarou Fábio Baddini, vocalista e um dos compositores da banda.

Formado há cinco anos e com influências de Wilco e Willie Nelson, o Monoclub ganhou esse nome como uma forma da banda mirar sons primitivos no folk moderno. “Mono” significa macaco em espanhol.

“O macaco simboliza o primitivismo, algo que sempre buscamos para nossas músicas”, comentou o vocalista do “Clube dos Macacos”.

Dentro do berço mundial do folk, Estados Unidos, os integrantes do Monoclub acreditam que cantar em português não será um fator que irá repelir o público local, mas, sim, um atrativo. É a segunda vez que eles tocam na América do Norte. A primeira foi em 2015.

“É interessante que muitos americanos nos assistiram justamente por achar meio exótico uma banda tocando um som familiar, mas em um idioma que eles não faziam ideia de onde vinha. E depois dos shows, no contato com o público, éramos confundidos com espanhóis, italianos. Mas a aceitação deles é boa quando percebem que têm brasileiros fazendo folk”, disse Baddini.


Mike Orlando, do Noturnall, fala da paixão pelo metal brasileiro
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O genial guitarrista norte-americano Mike Orlando conversou com os membros de sua nova banda, Noturnall, e falou sobre a qualidade do metal brasileiro, a chance de tocar no Rock in Rio e do projeto instrumental Sonic Stomp.

Ao lado do tecladista Juninho Carelli,  baterista Aquiles Priester, vocalista Thiago Bianchi e baixista Fernando Quesada, Orlando é o novo integrante de um dos maiores ícones do metal nacional.

Ainda com sua outra banda, Adrenaline Mob, o guitarrista conheceu o Brasil em uma turnê com o Noturnall. E a proximadade rendeu bons frutos.

“Teremos músicas animais, riffs matadores, grooves tudo estará lá. Estou ansioso para embarcar nessa aventura musical com essas pessoas!'', afirmou Mike sobre o novo álbum.

Veja a entrevista completa abaixo:


Atriz e cantora Paula Barbosa apresenta o 1º álbum da carreira em SP
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Atriz Paula Barbosa lança música "Qual É A Cor?" (Foto: Cristina Granato/Divulgação)

Atriz Paula Barbosa lança música “Qual É A Cor?'' (Foto: Cristina Granato/Divulgação)

Conhecida pela novela “I Love Paraisópolis'', a atriz e cantora Paula Barbosa faz show especial apresentando o álbum “Vem'' nesta sexta-feira (6) em São Paulo, no Grazie Urucum.

Além de todas as faixas do trabalho de estreia, Paula e banda também fazem versões de clássicos de Tim Maia, Nina Simone, Buena Vista Social Club, Maria Bethânia e Dalva de Oliveira.

O show tem direção musical de Diego Dalia, também guitarrista da banda, que se paresenta ao lado de Filipe Gomes (bateria), André Sangiovanni (baixo), Jefferson Rodrigo (teclado), Thiago Zanolli (guitarra), Wellington Sancho (percussão), Daniel Laleska (sax), Carlinhos Alligator (trompete), Totty Boni (trombone) e Carolina Lins (backing vocal).

Veja o convite da cantora:

Serviço:

Paula Barbosa – Show do disco “Vem”

Quando: 06 de maio (sexta-feira)

Local: Grazie Urucum – R. Girassol, 67 / (11) 2909-7409

Abertura da casa: 23h

Horário do show: 0h30

Classificação: 18 anos

Duração: 1h20

Capacidade: 400 lugares

Ingressos: R$ 20,00


Morador de ocupação, Rafael Teixeira faz reflexão social em “Tempo a Tempo”
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Remato

O morador de ocupação Rafael Teixeira acaba de lançar o clipe da música “Tempo a Tempo'', cujo clipe pode ser visto abaixo do texto.

Dialogando sobre o tempo e as diversas possibilidades de evolução que a vida apresenta, o rapper escreve uma música sincera do que todos sentem.

Com produção da Ratones Filmes e direção do Pernaman, a parte instrumental do single é do Base Mc.


Go Rock & Afins está de volta com Otto, Ana Cañas, Filipe Catto e mais
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Go Rock

A 5ª edição do Go Rock & Afins reunirá grandes nomes da música nos dias 29 de abril a 1 de maio.

Realizado na Esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, o evento terá Otto, Ana Cañas, Filipe Catto, Projeto Supernova e mais.

A entrada é um quilo de  alimentos não perecíveis que serão arrecadados em prol das entidades Cevam, ASCEP e Lixão.

Além da música, o Go Rock & Afins terá food trucks, pista de skate, feitinha cult com venda de vinis clássicos da música, souvenirs e outras novidades.

Line up Festival Go Rock & Afins 2016

Dia 29 de Abril

1- Components – GO

2- Dom Casamata – GO

3- Mechanics – GO

4- Casa Bizantina – GO

5- Otto – PE

 

Dia 30 de Abril

1- Projeto Supernova – GO

2- Pedra 70 – GO

3- S.E.T.I – SP

4- Nila Branco – GO

5- Ana Cañas – SP

 

Dia 01 de Maio

1- Oblongs – GO

2- Adriel Vinícius – GO

3- Cachorro das Cachorras – DF

4- Johnny Suxxx – GO

5- Filipe Catto – SP

 

Serviço:

Go Rock & Afins 2016

Data: 29, 30 de abril e dia 01 de maio de 2016.

Horário Sexta e Sábado: 19:00 hs (Abertura) 02:00 hs (Encerramento)

Horário Domingo: 17:00 hs (Abertura) 24:00 hs (Encerramento)

Local: Esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer

Ingresso: 1 kg de alimento não perecíveis que serão doados

Atrações: Mercado das Coisas, Pista de skate, Espaço Gastronômico com

FoodTrucks e cervejas especiais (Colombina)

Estacionamento: Gratuito

 


Do trampo infeliz para a música, Edu Sereno usa poética urbana em 1° álbum
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Edu Sereno

O ano era 2010. O então publicitário Eduardo Talarico havia recebido a seguinte missão: elaborar projeto de show para que os convidados conseguissem ver o palco à dos seus iates. O espetáculo luxuoso tinha como estrela o cantor Seu Jorge.

Para bolar o plano do espetáculos sobre as águas, Eduardo precisou até estudar a mecânica dos iates para conhecer a forma de atracagem.

As noites consumidas no projeto elevaram o estresse e levaram o Edu a uma conclusão: estava na hora de largar a vida corporativa e se aventurar na carreira artística.

“Eu era publicitário, mas percebi que aquilo não era o que eu queria para minha vida. Quebrei a cabeça pensando no projeto do show para donos dos iates, mas acabou não rolando no fim. Neste período tive até apendicite. Esse foi o aviso para que eu partisse de vez para a música'', relembra.

Já distante dos “jobs'', “cases'' e outros termos publictários, Edu se agarrou ao violão e às composições. Ele incorporou o Sereno no nome, uma referência ao apreço pela boemia.

Em 2015, o cantor paulistano lançou “O Pão Que O Diabo Ama Sou'', álbum que navega pela MPB e que tem os centros urbanos como base de suas narrativas.

A canção “Viaduto do Chá'', por exemplo, usa São Paulo como agente transmissor de angústias, cuja letra diz: “Quem sabe amanhã seja um bom dia para pular do parapeito e se fazer poesia/Ou quem sabe voar. Ou se estatelar, tanto faz/Mais uma história para contar do Viaduto do Chá''.

“Viaduto do Chá fala sobre suicídio, mas um suicídio  da alma, saca? Quantos não entregaram sua vida para fazer coisas que não gostam? Qual o preço dessa renúncia?'', questiona Sereno.

Cantor urbano, ele revisitou sua infância para resgatar as modas de viola que seu pai tanto ouvia e cantava. Dentro de um universo MPB e rock que compõe seus trabalhos, as canções de Edu têm o sertanejo em seu DNA.

“Eu vejo muito a minha música a estrutura poética e melódica da moda de viola. Os violeiros cantavam contando histórias. Eu acho que eu falo tendo a cidade como como o cenário principal, em vez de eu estar no rancho. Sou tipo o violeiro da cidade'', define Edu, que tem como “professores'' as duplas caipiras Cascatinha & Inhana e Tião Carreiro & Pardinho.

Sobre a escolha do nome “O Pão Que O Diabo Ama Sou'', Edu recorre a questionamentos em vez de respostas. “À primeira vista, o título pode soar como um velho dito popular se você não estiver atento, e essa é a questão, os enigmas e dilemas não param por aí. Se atente''.


Conheça o novo player de UOL Música Deezer
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PlayerNovo
O UOL Música Deezer ficou melhor ainda. O novo player que já está no ar deixa mais fácil e prazerosa a audição das mais de 40 milhões de músicas disponíveis.

Agora a barra musical, que anteriormente ficava na parte inferior da tela, está logo acima dos destaques principais, facilitando a visualização e o controle do som, assim como a organização da sua fila de reprodução.

Entenda o novo player em 5 etapas:

1 – Movendo o cursor sobre “UOL Música'', à esquerda da nova barra do player, o usuário tem acesso às playlists, programas e gêneros musicais selecionados e criados pela equipe de UOL Música Deezer.

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2 – Logo ao lado, temos a parte personalizada, com os favoritos e as playlists pessoais de cada usuário, basta mover o mouse para “Suas Músicas''. Também há novidades, como as suas “últimas tocadas'' e “mais ouvidas''.

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3 – A barra vazia ao centro continua servindo para pesquisar músicas, bandas e playlists.  É a maneira mais simples e prática de encontrar o que você quer ouvir, basta digitar qualquer palavra e as sugestões aparecem automaticamente.

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4 – Você encontrou a música que estava procurando. E agora? As músicas, álbuns ou playlists que você escolhe ficam armazenadas no player. E clicando no coração, ao lado direito, a faixa que está tocando vai direto para a sua lista das preferidas.

Player 3

5 – Para saber quais músicas estão na sequência, basta clicar no ícone do lado direito e visualizar sua fila de reprodução.  Ali, você pode botar todas ou algumas faixas numa playlist já existente ou criar uma nova.

player 4

Boa sorte e divirta-se com o novo player de UOL Música Deezer!


Pianista dialoga com fauna brasileira em lançamento
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“Casca oca
a cigarra
cantou-se toda''
Matsuo Bashô )

Fabio Caramuru um armistício em tempos de peleja.

Quando a beleza te traga com avidez em um espiral…

Eis que “Cigarra'' nos sorve provocando uma queda. A lei da gravidade é fatal para o arrebatamento. Não se luta contra o sublime, apenas cede-se.

E na altura dos nossos próprios pés ao ouvir aquele avanço orgânico e progressão de loops sentimos que o momento tudo nos devolve.

É sensível som tecido em filigrana. O mais delicado tear de mãos alinhavando o vasto tapete verde.

Pausa para a cigarra!!!

Quando a natureza é o coral o tempo e o espaço entram em sintonia. Não há lembrança ou tentativa de antecipação nessa contemplação.

O piano é presença. É unicamente existência. E por efeito nos sentimos gratos por tudo isso. E isso é tudo. E é grande demais.

Ouçam a dimensão meditativa do piano na medida em que ebule a espécie. O tempo vira remanso. E para o segundo um hiato.

Metamorfoseiam-se os grilos, completam-se os vazios e regressa à superfície nossa profundidade.

O poder desse vôo insecta, desse canto afetivo e deste piano veículo de fábula nos induz a trégua.

Emerge o sentir.
E se sentimos, logo existimos.

Ecoa Caramuru
O legado destes momentos é bálsamo para o coração.

Clipe Fabio Caramuru

“EcoMúsica: Conversas de um Piano com a Fauna Brasileira''

Lançado no final do ano passado, “EcoMúsica: Conversas de um Piano com a Fauna Brasileira'' é um trabalho inédito entre a natureza brasileira e a música. Em “Cigarra'', clipe lançado nesta terça-feira (19), o músico, ex-aluno da lendária pianista Magda Tagliaferro, mistura-se com a fauna em clipe gravado longe dos grandes centros urbanos.

Com imagens de Ugo Soares Araújo e direção artística de Babu Baia, o verde abundante do local foi registrado com a ajuda de um drone. A produção executiva de Alexandre Barros e a sonoplastia de José Luiz Costa transmitem a tranquilidade que a faixa propõe.

“Eu utilizei diversos procedimentos, como imitação, contraste, criação de melodia para o canto… e isso não foi de caso pensado, foi uma coisa espontânea'', contou o Fábio ao UOL em dezembro de 2015.

O objetivo do músico é valorizar a cultura brasileira. “É sem graça se dedicar tanto à música europeia e deixar de lado essa história e vivência que temos aqui'', concluiu.

Emilia Cappi
Colaboração para o UOL