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Ex-VJ da MTV, Gastão Moreira usa a internet para manter o rock vivo
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Gastão Moreira e Clemente Nascimento no programa Heavy Lero

Gastão Moreira e Clemente Nascimento no programa Heavy Lero

“É isso aqui mesmo. Agora a gente tem que mudar o cenário”, diz um apressado Gastão Moreira após entrevistar o ex-vocalista do Angra, Edu Falaschi. Movimentando-se de um lado para outro, ele e mais 3 pessoas, eis que surge um banner com as inscrições do Heavy Lero, programa que o antigo VJ da MTV agora toca direto do conforto de sua casa.

Sem tempo para brincadeiras, Gastão ajeita o microfone, arruma o cenário, resgata bonequinhos musicais para adornar o ambiente e solta: “já vamos começar?”. A maratona de trabalho nesta tarde não é brincadeira. Além de uma entrevista de meia hora com Edu, o líder do canal Kazagastão ainda vai gravar dois Heavy Leros, sempre ao lado do fiel escudeiro Clemente Nascimento, um dos pioneiros do punk rock paulistano.

“Pensou que fosse uma produção maior?”, brinca Rafael Sério, produtor do canal. Todos a postos, chegou a hora de falar de música boa. Com uma pesquisa acirrada sobre a banda em questão (não falaremos qual para não dar spoilers), Gastão e Clemente combinam o roteiro do programa.

Nas paredes, no sofá, nos inúmeros armários que guardam a vasta coleção, Gastão respira música, mais especificamente o rock. Desde o início da MTV, em 1990, o apresentador virou uma referência para os fãs de música pesada com o programa Fúria Metal. Após a saída da MTV, a Cultura o chamou para tocar o programa Musikaos, em que centenas de bandas se apresentaram ao vivo.

“A criação foi por falta de espaço mesmo. Eu queria falar de rock e não tinha espaço. Já que não tem, a gente cria. Aí eu estava vendo alguns canais do Youtube e nada falava de rock, procurei principalmente história de banda, tinha algumas coisas gringas e acabou. Então achei uma lacuna, porque o rock está em baixa”, afirma Gastão depois de gravar tudo no dia.

“O Gastão virou para mim e falou: ‘Vamos fazer uma coisa que não dá dinheiro, mas a gente se diverte pra caramba?’”, lembra dando risada Clemente. A luta para aumentar o canal é diária: “Nossa plataforma é fazer sempre o melhor que a gente puder, porque temos o nosso espaço e o público do rock é grande”, diz Gastão.

Com mais de 36 mil inscritos, o Kazagastão pretende aumentar ainda mais. A nova ideia é de apostar no ramo culinário, algo que é garantia de sucesso no Youtube. “A gente está pensando em fazer quase uma programação diária. É uma coisa ousada para fazer com 3 caras tocando o canal. A gente tá com programa segunda, terça, quarta, sexta e sábado. Sábado é o nosso pico.”

Entre tantos pedidos do público, algumas bandas sempre estão na lista: Zeppelin, Rush e Pink Floyd aparecem quase diariamente. Para não ter erro, Gastão e a produção publicaram na página do Facebook uma agenda de acordo com o número de inscritos do canal. E tudo isso para manter a vitalidade e originalidade do produto.

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Falando da história de bandas, dicas de filmes e música, gastronomia e sempre lembrando da loja exclusiva do canal, Gastão parece ter encontrado na internet a alegria da MTV do passado. “A gente quer ser o melhor canal do mundo, não é brincadeira. Quem me conhece sabe que estou falando sério”, conclui.

Rodolfo Vicentini
UMD


Caixa Cultural apresenta união entre a cultura africana e a brasileira
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Pianistas 2

Os pianistas Hercules Gomes e Marco Bernardo

Com curadoria de Fábio Caramuru, pianista e compositor, e de Ligia Fonseca Ferreira, doutora pela Universidade Paris-Sorbonne e professora do Departamento de Letras da Unifesp, o projeto musical Concertos Afro-Brasileiros apresenta composições de autores brasileiros inspiradas em temáticas africanas e afro-brasileiras.

Patrocinada pela Caixa Econômica Federal e com entrada gratuita, os concertos têm programações distintas e acontecem nos dias 28, 29, 30 e 31 de julho (quinta-feira a domingo).

Nos dias 28 e 30, Daniel Murray, Fábio Caramuru (veja clipe abaixo do último trabalho) e o trio Hercules Gomes, Leandro Oliveira e Joelson Menezes apresentarão peças instrumentais de autores como Pixinguinha, Patápio Silva, Camargo Guarnieri, Villa-Lobos, Tom Jobim e Carlos Gomes.

Já nos dias 29 e 31 de julho, as cantoras Edna d’Oliveira, Edineia de Oliveira e os músicos Marco Bernardo e Patricia Ribeiro difundem peças instrumentais e vocais de autores como Waldemar Henrique, Hekel Tavares, Ernâni Braga e Villa-Lobos, além de uma série de canções africanas.

Ao término de cada apresentação uma discussão entre os artistas e o público sobre a música brasileira de inspiração africana será realizada, sempre com mediação da professora Ligia F. Ferreira.

Serviço:

Concertos Afro-Brasileiros:

Quando: de 28 a 31 de julho
Local: Caixa Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111 – Centro)
Horário: 19h15
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Programação: 28/07 (quinta-feira) e 30/07 (sábado): Daniel Murray (violão) / Fábio Caramuru (piano) / Hercules Gomes (piano), Leandro Oliveira (flauta) & Joelson Menezes (clarinete)
29/07 (sexta-feira) e 31/07 (domingo): Patricia Ribeiro (violoncelo) e Marco Bernardo (piano) / Marco Bernardo (piano) / Edna D'Oliveira (soprano), Edineia de Oliveira (mezzo soprano) & Marco Bernardo (piano)


Donos de “Eu Te Amo Pinga”, Antony & Gabriel lançam novo clipe
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Antony 2

Formada em 2014, a dupla Antony & Gabriel é uma das preferidas entre os universitários que adoram uma birita.
Desde o sucesso de “TCC (Truco, Cerveja e Churrasco)” e “Eu Te Amo Pinga”, os paranaenses já acumulam mais de 80 milhões de acessos no canal do YouTube.

Tanto pela temática quanto pelos números expressivos, os dois adotaram o slogan “sucesso entre os cachaceiros''. A nova aposta é a música “Bebendo Mais Que Opala”, cujo clipe tem lançamento exclusivo nesta quarta-feira (20) no UOL Música Deezer.

Com roteiro de Antony Correa e direção da Caverna Filmes, o clipe foi gravado no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina (PR).

Antony & Gabriel são referência no estilo “bruto sertanejo” e se destacam pelo timbre vocal e as modas animadas.


“A polícia já está matando crianças de 10 anos”, critica rapper Dexter
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Prestes a lançar mais um álbum na carreira, o rapper Dexter apresentou no começo de julho o single “Me Perdoa”, com participação do cantor Péricles. Escrita durante sua passagem no Carandiru (o músico ficou preso por 13 anos), o rapper apresenta uma visão de um dia de visitação no presídio e um pedido de desculpas à mãe.

Além de falar de “Flor de Lótus”, Dexter também deu opinião ao UOL sobre o atual momento do hip-hop, a infância nas comunidades mais pobres e o jogo político em que o Brasil se encontra.

UOL Música Deezer: Fale um pouco do single “Me Perdoa” e da escolha de Péricles para fazer uma participação especial

Dexter: Eu escrevi a música em 2003 e gravei no ano seguinte para a coletânea “Consciência Black”. Mas o disco não andou, não sei, teve um problema de comunicação mesmo. Então, acabou desperdiçada e eu sempre a considerei muito importante, porque ela conta uma situação ainda atual.

A versão original não tinha refrão, mas eu decidi que teria uma roupagem nova. O Péricles é um monstro da nossa música, ele vai bem em diversos estilos e a voz dele é sensacional! A intenção era atualizar o som para 2016. Antigamente a gente trabalhava muito limitado, o que não era ruim, mas por que não fazer com que a gente consiga mostrar o que aprendeu na música, sabe? É inovar e renovar.

Como vai ser o álbum “Flor de Lótus”? Vão ter músicas com nova roupagem também?

“Flor de Lótus” retrata o final do exílio e o começo de uma nova vida. Ele retrata minha liberdade. Algumas músicas eu já tinha gravado e outras só cantava ao vivo. Algumas músicas também são inéditas, mas elas são minorias. Todas vêm com uma nova roupagem, para o público se surpreender.

Assim como o Péricles, você chamou outras artistas para participar do projeto?

Eu chamei o Gilson (cantor que fez sucesso na década de 1970 e 1980, conhecido principalmente pela música “Casinha Branca”), eu procurei o cara e trouxe ele para cantar. A discografia dele é maravilhosa e é um cara super humilde, que considera muito o rap e vê como uma fórmula de escape da juventude. Também trouxe o Katinguelê e o Péricles, como já falei. Uma participação muito legal foi do Dr. Jaime (juíz que assinou o pedido de liberdade do cantor), que lê a sentença de quando fui solto. A sétima música é um interlúdio da transição do exílio para a liberdade. E claro, não teria como, chamei Edi Rock (Racionais MC’s) e a última música eu divido com o Ed Mota. É um disco que bate e circula nos 4 cantos.

Por que você sempre prefere falar ‘exílio’ do que ‘prisão’?

Quem está preso é o cara que está preso de alma e corpo. Quem acompanha o raciocío de Gandhi sabe que “existem homens presos na rua e livres na prisão”. Muitas pessoas estão presas no cotidiano, entende? Então, eu apenas estava distante, mas não aprisionado.

Falando um pouco da situação da periferia hoje em dia, você acha que o jovem tem mais oportunidade atualmente do que quando você era criança nos anos 1980?

[Com a internet], as crianças hoje estão mais rápidas do que as crianças dos anos 80. Mesmo assim, dentro da periferia ainda é deficiente, então temos que cuidar melhor, até porque o processo de rapidez faz com que as crianças desviem do caminho do bem muito mais rápido. A internet está aí, sempre veloz em tudo. E é complicado isso, porque a polícia no Brasil já está matando criança com 10 anos, sabe?

Como você vê o crescimento do rap e do hip hop nacional?

É um processo natural, o rap brasileiro é o melhor do mundo. Eu vi uma pesquisa feito nos Estados Unidos que o rap é a música mais ouvida no mundo! O rap é uma empresa e o hip hop salva vidas.

Tantos outros nomes merecem palmas também, fazendo com o que gênero crescesse cada vez mais. O rap ainda é alvo de preconceito, muita gente vê como música de marginal, bandido. E é mesmo, mas também pode ser de todo mundo.

O que você acha desse momento político conturbado que estamos vendo na política brasileira?

Ali ninguém é bobo. Eu sou totalmente contra do que aconteceu, não sou a favor desse presidente, não me representa. O PT errou muito com a juventude preta e periférica. Mas a Dilma foi eleita com 54 milhões de votos, eu vi a chamada democracia ferida, muito ferida. Sou um cara democrático. Sou da democracia, eu vi um golpe acontecendo, uma constituição sendo rasgadada .

Para mim é um golpe, mas eu também vejo como culpa do próprio PT. Não se põe um inimigo dentro de casa, não é mesmo? Primeira coisa que ele [Michel Temer, presidente interino] fez foi acabar com o Ministério da Cultura. Não me representa.

Rodolfo Vicentini
UMD


Revelações do sertanejo, Lucas & Bianchi lançam clipe de “Hoje Papai Paga”
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Lucas & Bianchi

A dupla Lucas e Bianchi lançou no começo de julho o single “Hoje Papai Paga''. Na última semana, um clipe colorido e divertido foi apresentado para os fãs de um dos destaques do sertanejo universitário.

Com ares de Pop Art, estilo criado na década de 1950 que procurava atrair a grande massa, o clipe é mais uma ação publicitária do grupo.

Escrita por Rafinha Rsq e Flavinho Kadete, a música tem a produção musical de Wlajones Carvalho.

“Escolhemos essa música por ser diferente do que vem rolando no mercado em termos de canções alegres. Temos um lado romântico muito forte e com essa canção mostramos um lado mais irreverente, que tem feito diferença em nossos shows'', afirma a dupla.


João Suplicy lança clipe do novo single “Tudo ou Nada”
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O clipe do novo single do músico João Suplicy foi lançado neste sábado (16) com exclusividade no UOL Música Deezer.

A música faz parte do projeto “Violão Ao Vivo do Quarto'', que engloba o programa ao vivo, exibido às segunda-feiras, às 20h30, pelo Facebook oficial do cantor; a turnê de shows em que o artista leva o próprio quarto para o palco e uma série de singles previstos para o fim do ano.

Com todo o trabalho sonoro gravado no Centro Artístico Maluly, o clipe de “Tudo ou Nada'' tem design gráfico de Fábio Farello e realização de Itaiara Produções Artísticas.

Influenciado por grandes mestres da MPB, sem deixar de lado o rock de Jimi Hendrix e o blues de Stevie Ray Vaughan, João gravou o primeiro disco, “Musiqueiro'', em 1998.

Dez anos depois, se juntou ao irmão Supla para montar a dupla Brothers of Brazil, contabilizando inúmeros shows em grandes festivais nacionais e internacionais.


Os Prettos fazem viagem histórica em comemoração aos 100 anos do samba
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Os Prettos

Magnu Sousá e Maurílio de Oliveira, que formam a dupla Os Prettos, apresentam o show “Pelo Telefone – Na Linha do Tempo do Samba” na Galeria Olido, em São Paulo, neste domingo (17).

Gratuito, o espetáculo terá repertório de grandes nomes do gênero, como Adoniran Barbosa, Ataulfo Alves, Candeia, Noel Rosa, Paulinho da Viola, Cartola entre tantos outros.

Os irmãos foram os fundadores do Quinteto em Branco e Preto e criadores da Comunidade Samba de Vela.

Ao todo, a dupla já teve mais de 100 composições gravadas por artistas como Maria Rita, Alcione, Jair Rodrigues e Beth Carvalho.

Serviço:

Os Prettos apresenta “Pelo Telefone – Na Linha do Tempo do Samba''

Data: 17 de Julho – Domingo
Espetáculo: Pelo telefone… Na Linha do Tempo do Samba
Local: Sala Olido
Endereço: Avenida São João, 473 – Galeria Olido – Centro
Horário do show: 18h00
Entrada: Gratuita


Banda Semivelhos lança novo single do terceiro álbum; ouça “Antes do Fim”
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Semivelhos

A banda Semivelhos acaba de lançar o single “Antes do Fim'', uma prévia do terceiro álbum do quarteto, cuja previsão é sair ainda no final deste mês.

Na música, as guitarras de André Maturano e Pedro França (também vocalista) mesclam o rock alternativo do Strokes e o velho oeste norte-americano.

A música foi escrita pelo baterista Mamede Musser (ex-Vivendo do Ócio) e produzida pelo baixista Egon Costa. “Antes do Fim'' foi gravado na cidade natal da banda, Juzaeiro (BA), e em Salvador (BA).

O primeiro álbum do Semivelhos saiu em 2012 e, após dois anos, o EP “Além Mar'' foi lançado, ganhando o Prêmio Caymmi, um dos principais da música baiana.


13 de julho é dia de rock; ouça as playlists roqueiras do UOL Música Deezer
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Dia do Rock

No dia 13 de julho, o mundo todo comemora o Dia Mundial do Rock e não poderia ser diferente no UOL Música Deezer.

Do rockabilly ao metal extremo, do emo ao rock clássico e tudo o que existe no meio do caminho, o UMD tem playlists roqueiras para todos os gostos.

Confira e passe o dia ouvindo suas favoritas!

CLÁSSICOS

Para quem curte o que foi feito de melhor nos anos dourados do rock and roll, temos playlists diversas, que vão do mais primitivo rock and roll dos anos 50 ao grunge da década de 90.

Sem deixar de lado, é claro, as seleções com os medalhões. De pioneiros como Elvis Presley, Chuck Berry e Little Richard à explosão britânica da década de 60 com Rolling Stones, Paul McCartney e The Who, o folk rock de Bob Dylan e The Byrds, a surf music, as loucuras psicodélicas e os heróis da guitarra como Jimi Hendrix e Eric Clapton.

Para quem aprecia o rock da década de 70 também não faltam opções. Queen, David Bowie, Rod Stewart, os progressivos como Pink Floyd e Rush, o hard rock do Aerosmith e Kiss e até mesmo o soft rock de James Taylor e Cat Stevens estão todos bem representados.

Os anos 80 também não ficam para trás. A década dos ternos de ombreira e dos penteados new wave conta com uma das nossas playlists mais populares, que inclui de U2 e The Cure a Guns N' Roses e Bon Jovi, passando por Dire Straits, The Police e outros astros da época.

Há quem diga que os anos 90 foram a última década clássica do rock and roll. Se isso é verdade, só o tempo dirá. Enquanto isso, relembre o melhor do grunge, com Nirvana, Pearl Jam e companhia, o pop punk do Offspring e Blink 182, o metal do Metallica e o britpop do Oasis.

SÉCULO 21

Os anos 2000 mantiveram o pique com os sons dançantes do Franz Ferdinand, o indie rock do Strokes e os refrões grudentos do Foo Fighters. E a década atual não deixa a desejar, com os grandes lançamentos que aparecem todas as semanas, tanto de artistas consagrados como das grandes promessas.

METAL

Todo mundo sabe que o metaleiro é o tipo mais devoto de roqueiro. Por este motivo sempre procuramos atender às diversas necessidades metálicas dos nossos ouvintes, com playlists que vão do heavy clássico de Black Sabbath, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Motörhead e Judas Priest, ao que existe de mais extremo no thrash, death e black metal, o metal melódico tudo o que existe no meio do caminho. Bote a cabeça para chacoalhar!

RADICAIS

Se você tem um gosto mais ousado, também temos playlists para você. Dos pais do punk e do rock alternativo como Lou Reed e o Velvet Underground e Iggy Pop & The Stooges, passando pela revolta do punk rock e hardcore, pela depressão pós-punk, experimentalismos do indie clássico dos anos 80 e 90.


ROCK NACIONAL

E o Brasil não poderia ficar de lado. A playlist dedicada aos nossos roqueiros locais tem os grandes nomes dos anos 80, como Legião Urbana, RPM, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso, os anos 90, como Chico Science, Raimundos, Charlie Brown Jr e Los Hermanos, a geração 2000 de Pitty e NX Zero e as novidades que vão aparecendo.

Isso sem falar nos professores de todo este pessoal, como Rita Lee, Arnaldo Baptista e seus Mutantes, nosso amigo Erasmo Carlos e a turma da Jovem Guarda, além do maluco beleza Raul Seixas.

Quem aprecia uma pauleira tupiniquim vai se deliciar com as playlists dedicadas ao metal nacional, com nomes como Sepultura, Angra e Krisiun e ao nosso punk rock, com clássicos dos Ratos de Porão, Olho Seco, Inocentes, Cólera e muito mais.

Bom Dia do Rock!


Aline Duran tem dueto com Bunny Rugs remixado por influente DJ jamaicano
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Aline Duran

O dueto romântico da cantora Aline Duran com Bunny Rugs, “I Believe in You'', teve uma versão remixada pelo influente DJ Ranking Joe lançada na última sexta-feira (8).

Um lyric clipe também foi lançado no mesmo dia pelo site alemão Reggaeville, considerado o maior e melhor site de reggae do mundo.

A faixa original foi produzida por Ziggy Coltrane, e teve participação de integrantes dos grupos Easy Star All-Stars e Antibalas Afrobeat Orchestra. A canção fecha o segundo álbum da carreira de Aline, “Sente o Som'', lançado no final de 2014.

Bunny Rugs foi um dos líderes do Third World, banda jamaicana que flertava com o soul, o funk e a disco music. Infelizmente, o músico faleceu em decorrência de um câncer em fevereiro de 2014.

“Foi uma honra poder realizar esta parceria e um dos maiores privilégios que já tive em minha carreira, me apaixonei pela canção assim que a escutei, e incluí-la no disco foi uma forma de homenagear o grande artista que ele foi'', afirmou Aline.

A cantora cresceu entre músicas de Bob Marley e Jimmy Cliff, mas nunca deixou de lado outros gêneros musicais e artistas, como Michael Jackson, Eric Clapton e Janis Joplin. Aos 21 anos, Aline fez vocal de apoio para uma banda de reggae, aprofundando-se mais ainda no mundo jamaicano.

Aline virou destaque da cena reggae no país, e em 2011 lançou a música “É Com Você'', cujo clipe ganhou notoriedade nas MTVs norte-americana, britânica e asiática.

Em 2012, a cantora participou do especial de 50 anos dos Rolling Stones no UOL, quando gravou a música “Love is Strong''.

Entre tantas parcerias, a intérprete regravou a faixa dos Beatles “Can't Buy Me Love'' ao lado de Andrew Tosh, filho do gênio e ícone Peter Tosh.

No mesmo ano de 2013, Aline ainda ganhou o prêmio no “Melhores do Reggae'', como a melhor artista feminina por votação popular.